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Conheça os principais eventos de startups que vão acontecer nos próximos três meses

NOVIDADES outubro 25, 2017

Uma das formas que os empreendedores têm de se capacitar, realizar networking qualificado e agregar ainda mais conhecimento para a sua empresa, é participar de eventos voltados para o seu ramo de atuação ou que envolva o ecossistema que está inserido.

Durante esses acontecimentos é possível ajudar uns aos outros, compartilhar experiências, realizar parcerias, observar cases de sucesso para se inspirar e aproximar-se das empresas que oferecem soluções que podem corroborar, de alguma forma, com a inovação e o crescimento da sua empresa.

O ramo de eventos corporativos e de negócios é um dos que mais aquece a economia brasileira e o setor. De acordo com um levantamento feito pela ABRAFESTA (Associação Brasileira de Eventos), essa área movimenta mais de R$ 210 bilhões por ano.

Por este motivo, abaixo estão os principais eventos que vão acontecer em São Paulo nos próximos três meses:

AgroTech Conference: Evento que tem a intenção de promover a troca de conhecimento e a conexão de todos os atores do ecossistema de startups de agronegócio no Brasil. A conferência irá ocorrer no dia 21 de setembro de 2017em São Paulo;

CX Summit: O maior evento sobre experiência do cliente do Brasil promovido pela Tracksale vai acontecer no dia 28 de setembro no Theatro Net São Paulo. Durante a ocasião, os participantes contarão com palestrantes nacionais e internacionais com o objetivo de trocar conhecimento sobre as melhores técnicas para aprimorar o relacionamento entre as empresas e consumidores, e se conectar com outros profissionais e corporações que estão inovando com os seus clientes. Um dos temas que serão abordados é Fidelização, Inovação e Retenção de clientes;

CASE: Promovido pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o CASE 2017 – Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo – que se consolida como o maior evento para startups da América Latina pelo quarto ano consecutivo, acontece nos dias 26 e 27 de outubro no Centro de Eventos PRO MAGNO. A edição deste ano traz os diversos nomes do empreendedorismo no mundo para discutir e debater as tendências do setor, e o público tem a oportunidade de se conectar com todo o ecossistema de startups – desde empresas até aceleradoras e investidores;

CONNECT SAMBA: Promovido pela Samba Tech, empresa líder em distribuição de vídeos na América Latina, o evento que acontece às 9h no dia 07 de novembro no Centro de Convenções Rebouças (São Paulo), tem como objetivo discutir todas as mudanças do cenário de vídeos online e explorar as oportunidades deste mercado. A programação do evento conta com grandes nomes que irão discutir sobre temas diversos, entre eles o empreendedor e apresentador Luciano Huck, Paula Bellizia (CEO da Microsoft Brasil), Omarson Costa (Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Netflix Brasil), Gustavo Caetano (CEO da Samba Tech), Marcello Azambuja (Globo.com), Omarson Costa (Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Netflix Brasil), Arnon de Mello (VP da NBA), e Fábio Machado (Co-fundador do Esporte Interativo), Fátima Pissarra (Diretora Geral da VEVO no Brasil), Pyr Marcondes (Diretor do Meio e Mensagem), Gian Martinez (CEO da Winnin), Rafael Rez (Nova Escola de Marketing), Paulo Jubilut (Professor e CEO do Biologia Total) e Daniel Pedrino (VP de Customer Success do Descomplica);

5º IT Fórum Expo: O evento, que acontece nos dias 7 e 8 de novembro, no Transamérica Expo Center, tem como objetivo apresentar as principais novidades e tendências de tecnologia do Brasil e do mundo, e ainda as soluções mais inovadoras existentes no mercado;

“Oráculo – filosofia + liderança”: O curso, que acontece dos dias 19 de outubro a 30 de novembro, tem como objetivo desenvolver o pensamento estratégico, habilidades de liderança, comunicação e tomada de decisão por meio de práticas derole-playing e um aprofundamento nos quatro campos das filosofia clássica (Lógica, Metafísica, Ética e Estética). As inscrições vão até o dia 11 de outubro e ocorre na sede da Polifonia, na Avenida Pedroso de Morais, 457 (sala 1010), em Pinheiros, São Paulo/SP e podem ser feitas pelo site: https://www.polifonia.com.br/;

“Invento – criatividade aplicada à vida e aos negócios “: O curso, que começa em 24 de outubro e vai até 18 de novembro, é voltado às pessoas que ainda não se sentem criativas. Seu objetivo é o desenvolvimento de potenciais criativos inatos para serem aplicados imediatamente em todos os âmbitos da vida pessoal e profissional. As inscrições vão até o dia 20 de outubro e acontece na sede da Polifonia, na Avenida Pedroso de Morais, 457( sala 1010), em Pinheiros, São Paulo/SP e podem ser feitas pelo site: https://www.polifonia.com.br/.

Fonte: E-commerce News

447 visualizações, 0 hoje

Robôs ou atendimento personalizado: o que é melhor para sua empresa?

NOVIDADES outubro 25, 2017

Cada vez mais empresas dos mais variados segmentos apostam em chatbots para melhorar os resultados de suas centrais de atendimento. Mas será que os robôs servem mesmo para todas elas? Como avaliar?

O Bigode Passagens, por exemplo, é um gato que busca passagens de ônibus e entende informações sobre origem, destino e dia da viagem. O site Mecasei.com tem a Meka, uma assistente virtual “especializada” em ajudar no planejamento de casamentos. O governo do Estado de Goiás tem o robô Beto que ajuda a buscar informações públicas, como licitações e salários de governantes.

Em reportagem ao jornal Folha de S. Paulo, Dário Dal Piaz, líder de parcerias de produtos do Facebook para o Brasil disse que existem hoje cerca de 30 mil bots em desenvolvimento no mundo, sendo mil deles no Brasil. Por aqui, até a equipe do cantor Luan Santana já está apostando na ferramenta: um chatbot oferece a agenda dos shows e atende os fãs.

O que as empresas buscam quando investem nos chatbots é reduzir seus custos e melhorar a qualidade de suas centrais de atendimento ao cliente. O tempo de atendimento é reduzido consideravelmente, com praticamente eliminação das filas de espera. Isso agrada em cheio ao consumidor que visa um atendimento rápido e assertivo: segundo a pesquisa The 2015 National Customer Rage Study, realizada pelo Customer Care Measurement & Consulting (CCMC) em parceria com o Center for Services Leadership na Universidade do Arizona, para 60% dos entrevistados a perda de tempo é o maior dano que uma empresa pode lhes causar, seguido de perda de dinheiro (43%).

Mas será que todo consumidor quer a mesma coisa? E mais: será que toda empresa tem a mesma estratégia de entregar velocidade e assertividade ao cliente?

Como contraponto, temos o emblemático case da Zappos, varejista online que foi comprada pela Amazon em 2009 por US$ 928 milhões. A empresa sempre é lembrada por ter criado diversas inovações para tornar o atendimento ao cliente o melhor possível. A revista Inc recorda um dos inúmeros exemplos: uma cliente queria devolver o sapato que tinha comprado para o marido, que havia morrido; ela não só recebeu o dinheiro de volta como também um buquê de flores de condolências. Há um caso memorável de um cliente que passou nove horas – isso mesmo, nove horas – conversando com o atendente. A Zappo aproveita todo o tempo que o cliente se dispõe a gastar quando liga para sua central de atendimento, tentando conhecê-lo melhor. Das “conversas”, tira insights interessantes para ações de marketing que, por sua vez, visam a fidelização dos clientes.

Evidentemente que quem liga para a Zappos não espera ser atendido por um robô, pois por maior que seja seu repertório, ainda assim não sustentará uma conversa de nove horas.

Mesmo entre os bots, há diferentes níveis de aplicação: os bots que entregam velocidade e precisão nas respostas, adequados para questões mais simples e que graças à sua agilidade, melhoram consideravelmente a experiência do usuário (como o caso do Bigode Passagens) e os bots voltados à melhoria da experiência do cliente – ou seja, de quem tem ou quer estabelecer um relacionamento com a marca.

Este segundo tipo de bot, com uma tecnologia mais robusta, é capaz de entender a linguagem natural falada ou escrita pela lógica de perguntas e respostas. O robô compreende a necessidade do usuário por meio de conversas simples, tornando o atendimento mais ágil, fácil e agradável.

A Centauro, por exemplo, precisava atender uma alta demanda de clientes em busca de informações sobre seus produtos, e enfrentava filas constantes no atendimento, com alto índice de abandono de chamadas, e consequentemente, perda de vendas. Há pouco mais de um ano, a loja implementou um robô de chat da BlueLab em seu e-commerce, tornando a operação full time, reduzindo os custos de operação, zerando a fila de atendimento e atingindo 77% de retenção.

E, finalmente, há a proposta da Zappos, que com um atendimento extremamente taylor made, praticamente olho no olho, conseguiu projetar a empresa ao valor de quase 1 bilhão de dólares.

Com os exemplos acima, entendemos que pode ser que uma solução simples já dê conta do recado e atenda bem ao usuário. Ou pode ser ainda que sejam necessárias duas ou mais soluções de acordo com a complexidade do negócio ou do tipo de relacionamento que se deseja estabelecer com o cliente. Talvez um mix de soluções seja empregado para atender o cliente em diferentes fases/ demandas. Cada empresa deverá, portanto, lançar um olhar mais profundo para sua estratégia de negócios e sua relação com seus usuários/ clientes para chegar ao formato mais adequado de atendimento.

 

Fonte: E-commerce News

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O que não pode faltar para o sucesso de uma Loja de Roupas Online

NOVIDADES outubro 25, 2017

Quando se trata de comércio digital, moda é um dos maiores segmentos do setor. A seguir, apresentaremos uma visão geral do mercado e o que é preciso para manter o sucesso de um negócio de moda online no ambiente competitivo de hoje. Confira!

Evolução do mercado

Em 2016, o setor de vestuário nos EUA estava avaliado em $343 bilhões, com a venda de roupas on-line nos EUA atingindo $63 bilhões– um aumento de 11% em relação ao ano anterior.

De acordo com os relatórios da Forrester, até 2020 as vendas de roupas online devem alcançar a marca de $523 bilhões, crescendo a uma taxa de 9,32% ao ano. Esse é um incremento significativo, principalmente se considerarmos que, durante o mesmo período nos últimos anos, as vendas de roupas em lojas físicas nos EUA cresceram apenas cerca de 1%.

Não precisa nem dizer que o setor de vestuário online está em franca expansão! Entretanto, com o crescimento vem o aumento da concorrência e da pressão para permanecer à frente.

Em uma loja física, os clientes podem tocar e sentir as roupas, e os vendedores podem ajudá-los a decidir o que comprar. Já no ambiente digital os varejistas precisam ser mais criativos.

Para vencer, os lojistas precisam atender aos desejos dos clientes de uma experiência de compras que seja estimulante e que inspire, surpreenda e deixe-os satisfeitos. Para se destacar, os itens abaixo não podem faltar em uma loja de roupas online.

Um caminho fácil e simples para comprar é a chave para uma experiência estimulante. Propiciar uma navegação fácil, que guie o cliente por atributos como cor, tamanho, material ou outras informações relevantes, ajuda-os a encontrar os produtos com rapidez e eficiência.

Ordenar os resultados e filtrá-los por avaliações recentes, favoritos e preços também facilita o processo de busca e permite que os clientes adicionem os produtos ao carrinho de compras com muito mais rapidez.

Os produtos em liquidação, promoção ou os mais desejados também devem estar localizados na frente, no centro da página inicial e oferecer uma experiência que facilite adicioná-los ao carrinho de compras.

Abordagem na navegação

As funções Navigation (Navegação) e Smart Filtering (Filtro Inteligente) devem ser vistas como veículos para educar e guiar os seus clientes, em vez de serem consideradas apenas ferramentas para alternar entre funcionalidades e páginas.

Dicas de Processo e Tecnologia

Gerir os atributos dos seus produtos permitirá aos seus clientes receber recomendações relevantes, em vez de uma grade vazia ou irrelevante.

Oportunidade

Entender os seus desafios e as suas metas como usuário é crucial para oferecer uma navegação apropriada, relevante e eficiente. Por exemplo, “beleza” deve considerar filtros que apresentam informações sobre benefícios + grupos, “natação” deve considerar filtros para informações sobre variedades e combinações, caimento e silhueta, e “sapatos” deve considerar filtros para expectativa de uso e conforto.

Apresentação do produto e recomendações

Na Página de “detalhes do produto”, é importante apresentar peças ou coleções que possam ser facilmente adicionadas ao carrinho de compras sem que seja necessário sair da página. Ter produtos adicionais acompanhados de frases como “combina bem com” também pode aumentar o valor médio do pedido. Basta apresentar o cenário da maneira mais desejável.

Os clientes devem ter acesso a imagens de alta qualidade que permitam visualizar o produto em uma pessoa ou em modo ampliado, para que tenham a sensação mais realista de caimento e aparência.

Gráficos de tamanhos, especificações e avaliações também devem estar disponíveis para que todas as informações necessárias fiquem em um local conciso e possam converter clientes em compradores rapidamente.

Abordagem na navegação

As páginas de “detalhes do produto” permitem que você controle todos os aspectos de comunicação da sua marca (PDP vieram para ficar).

Dicas de Processo e Tecnologia

Criar uma experiência que possa ser gerenciada é essencial. Antes de ater-se a um único guia de caimento por produto ou a um único conteúdo por PDP, certifique-se de que as informações possam ser mantidas e geridas com eficácia. O impacto será muito menor se não for amigável ao usuário.

Oportunidade

As marcas têm diversas mensagens que precisam ser comunicadas ao seu cliente. Essas mensagens podem referir-se a looks estilosos, à sobreposição de itens, à combinação de estampas ou à busca da calça perfeita. O que quer que seja, sugerimos que a página de detalhes do produto seja tanto educativa quanto inspiradora para o cliente. A experiência do cliente é essencial para todos os canais de varejo.

Facilite a compra de múltiplos itens

É ideal também adicionar uma lista de compras ou uma lista de desejos bem como a funcionalidade para reservar a peça ou compartilhá-la com os amigos, já que isso permite que clientes interrompam o processo de compra por um momento.

Entretanto, a funcionalidade para escolher os itens ou adicioná-los ao carrinho de compras posteriormente precisa ser simples e fácil, além de permitir que o processo continue com fluidez.

O processo de finalização deve obrigar o usuário a registrar-se na empresa apenas uma vez, e os campos de endereço, pagamento e frete devem ser simples, não conter erros e permitir facilmente a correção de informações ou a inclusão de mais produtos. O processo não deve exigir que o usuário reinsira as suas informações continuamente em compras posteriores.

Abordagem na navegação

A reserva de itens deve ser usada para possíveis compras, e não para “sonhos”.

Dicas de Processo e Tecnologia

Trabalhar em harmonia com a sua plataforma, o seu programa de fidelidade ou os seus programas de marketing é a chave para assegurar o uso dos dados capturados dentro das listas de desejos como um meio de lembrar, incentivar e comunicar o seu possível cliente.

Oportunidade

Certifique-se de que a funcionalidade da “lista de desejos” esteja visível e possa ser compartilhada e selecionada. Por exemplo, criar múltiplas listas de desejos para diferentes viagens ou listas por cômodo durante a reforma da casa assegurará que tal lista esteja organizada, e possa ser acessada facilmente quando o cliente dispuser dos recursos para a compra. Quando feita com eficiência, essa pode ser uma grande ferramenta para o cliente que deseja comprar.

Entenda o imperativo social

Não ignore ou subestime o entendimento de quem é o seu consumidor e quais são os hábitos dele. As redes sociais significam muito mais do que classificações e avaliações ou curtidas que as pessoas dão à marca no Facebook.

As redes sociais estão se tornando rapidamente um ponto de contato essencial para os varejistas engajarem seu público e estimularem as vendas, sendo cada vez mais indispensáveis.

O engajamento social não é apenas uma chance de personalizar interações entre a marca e o cliente; ele leva a uma diversidade de percepções diferentes sobre o comprador.

As redes sociais são o meio pelo qual inúmeros clientes falam sobre si aos varejistas: sobre os seus gostos e desgostos, amigos, passatempos favoritos e as preferências de compras. Isso pode ser bastante útil para as companhias que objetivem personalizar a sua seleção e a experiência de compras de acordo com as necessidades exatas da sua clientela.

Abordagem na navegação

Diálogos de duas vias são essenciais.

Dicas de Processo e Tecnologia

Capturar e analisar o diálogo social são essenciais. Certifique-se de que os responsáveis pelo serviço de atendimento ao cliente, os merchandisers, e os responsáveis pelo desenvolvimento de produtos tenham acesso à opinião fornecida pelo cliente – seja sobre qualidade, uso, ou caimento.

Oportunidade

É importante para as marcas, antes de conduzir iniciativas sociais, determinar o equilíbrio entre elas e os seus clientes. Nem toda campanha social é eficiente para marcas que atuam no mesmo setor e que objetivem o mesmo perfil de cliente.

A meta é identificar as mensagens e ofertas apropriadas que repercutirão as necessidades, os desejos, as ações e as aspirações dos clientes. Isso torna os dados essenciais para qualquer esforço de personalização.

Os varejistas de roupas online podem usar a gama de dados de clientes disponível nos seus próprios canais, a partir do mecanismo de navegação no website, compras online, redes sociais e celulares.

Na verdade, muitos varejistas oferecem programas de fidelidade pelo simples benefício da coleta de informações do cliente, as quais eles podem usar posteriormente para apresentar ofertas customizadas e experiências de compras personalizadas. Eles podem combinar essas informações com dados de terceiros para evoluir de uma oferta de promoções não diferenciadas às massas para uma oferta de experiências individualizadas que atraiam, fidelizem os clientes e, consequentemente, aumentem a receita.

Os varejistas devem capturar o máximo de dados possível para ajudar na personalização. Mesmo se as funcionalidades não estiverem em operação para analisar todos os dados, a coleta imediata desses dados é essencial para iniciativas futuras. Tenha em mente que dados históricos nunca podem ser recriados.

Dados de amostras para personalização:

  • Novos visitantes;
  • Visitantes recorrentes;
  • Carrinhos de compras abandonados;
  • Clientes de uma determinada região geográfica;
  • Clientes que compram categorias específicas;
  • Clientes que compram em horas específicas do dia;
  • Clientes que usam iOS.

A maneira mais fácil de estimular o engajamento e as vendas em redes sociais logo no início:

Conheça como os seus clientes usam os canais sociais.

Uma armadilha a ser evitada é oferecer uma experiência social padronizada. Com poucos recursos para dedicar aos canais sociais, alguns varejistas tentam engajar todos os usuários da mesma forma. Além disso, as pessoas não usam todos os canais sociais de maneira uniforme. Tratar os usuários do Pinterest da mesma forma que os do Facebook afastará rapidamente a possibilidade de uma interação entre eles e o varejista.

Comece nos canais sociais que apresentem o maior engajamento do público.

Os clientes preferem imagens a textos, então considere focar as redes sociais em que as imagens prevaleçam. Um conteúdo atrativo é um fundamento excelente para começar, já que você quer a atenção do cliente desde o início.

Facilite o compartilhamento de conteúdo.

Botões para o Facebook, YouTube ou Twitter na página do website de um varejista não são mais suficientes. Os varejistas devem facilitar o compartilhamento de conteúdo e de avaliações por parte dos usuários, adicionando botões em todas as páginas de detalhes do produto. O cliente deve ser capaz de carregar fotos dele próprio com os produtos dos varejistas e sentir-se encorajado a compartilhá-las em troca de recompensas e incentivos. A interação com o cliente pode ser imensa quando facilitada e recompensada.

Explore o poder do conteúdo gerado pelo cliente

Os varejistas de roupas podem gerar um impacto maciço sobre as vendas se incorporarem conteúdo gerado pelo usuário nos seus sites e nas suas iniciativas de marketing. Embora não seja personalizado para cada cliente, o conteúdo gerado pelo usuário aparenta ser pessoal devido à sua natureza autêntica e relacionável.

As pessoas confiam e dão mais credibilidade a conteúdos e opções compartilhadas pelos colegas e clientes com opiniões semelhantes do que a conteúdos gerados e apresentados exclusivamente pelos varejistas.

Ofereça experiências diferenciadas e personalizadas para maiores resultados

Frete gratuito, preços baixos ou desconto sobre volume não são mais suficientes para fidelizar os clientes. Para competir, os varejistas de roupas devem diferenciar-se no que diz respeito à experiência do cliente.

Os varejistas precisam se destacarem ao atenderem uma gama mais ampla e profunda de necessidades e desejos dos clientes. Os compradores que sentem receber serviço e tratamento individualizados ficam mais satisfeitos e permanecem mais leais do que outros clientes que não sentem o mesmo.

Por exemplo, permitir aos clientes devolver as roupas que já experimentaram ou entregar produtos pessoais em seus locais de trabalho (para que não percam uma entrega mediante assinatura, por exemplo) mostra um nível de serviço que estimula a fidelidade dos clientes.

Oferecer experiências diferenciadas que atendam aos pedidos, necessidades e últimos desejos ajuda a construir uma comunidade de entusiastas com laços emocionais com as marcas de varejo – laços que não serão quebrados por uma oferta de preço promocional de um grande varejista. E esses clientes representam a fonte de receita mais fácil e mais rápida para ajudar um varejista a aumentar seu rendimento de alguns milhões para muitos milhões por ano.

Abordagem na navegação

A personalização eficiente está em alta, enquanto que a perseguição online está em baixa.

Dicas de Processo e Tecnologia

Estabelecer personas, gestão de dados de produtos, gestão de conteúdo, filtro inteligente e teste/análise de dados apropriados garantirá que você crie uma experiência relevante e eficiente.

Oportunidade

Existe uma grande oportunidade de engajamento em tendências políticas (itens a serem usados em marchas das mulheres ou em protestos), tendências sobre o clima (aquecimento global e o seu impacto em relação a qual produto comercializar e quando comercializá-lo estrategicamente), exigências de regimento (o conceito K-beauty é um processo de 12 etapas que pode ser oferecido de acordo com as suas preferências) e estilo de vida (itens fáceis de embalar que atendam, por exemplo, ao seu estilo de vida e ao seu desejo de viajar).

Foco em conteúdo e comércio

Para diferenciar a experiência de compras ainda mais, os varejistas de roupas online devem integrar o conteúdo em todos os pontos de contatos relevantes. O conteúdo personalizado e contextualmente relevante fortalece o engajamento e aumenta a probabilidade de transformar um visitante que apenas observa em um cliente que, de fato, compra.

Quando o conteúdo certo é oferecido à pessoa certa no momento certo, é como se o varejista tivesse um vendedor virtual conduzindo com exclusividade o relacionamento entre o cliente e o ponto de contato.

As recomendações, os produtos relacionados e o conteúdo criativo (por exemplo, hero spots) estão entre as táticas de personalização mais fáceis de serem implementadas. Outras técnicas essenciais de personalização de conteúdo incluem o conteúdo específico de localização, produtos relacionados nas páginas do carrinho de compras e páginas de fidelidade.

Uma vez que o conteúdo certo é identificado, os varejistas podem alavancar as análises de dados, amparados pelas funcionalidades da plataforma de comércio digital e por outras tecnologias específicas, para incorporá-las aos esforços de personalização.

Dedique esforços ao marketing

O marketing é essencial para o sucesso da sua loja online, e você deve dedicar tempo e recursos a ele. Esse aspecto pode ser importantíssimo quando se trata das suas vendas; portanto, não subestime o poder de diferentes campanhas de marketing.

Estimular o tráfego é de suma importância; então, faça-o de toda a maneira que puder, já que isso está diretamente relacionado às suas vendas. Seja por meio da publicidade paga ou por outras estratégias, é preciso que as lojas comecem a beneficiar-se dessa abrangência.

Teste e Renove

Gerir um site de varejo de roupas online nunca poderá envolver um sistema do tipo “definir e esquecer”. Os varejistas devem testar e refinar continuamente os seus esforços em relação a todos os aspectos dos negócios. Os testes A/B e multivariáveis permitem que os varejistas testem múltiplas variações de conteúdo personalizado para determinar quais versões são melhores e mais eficientes no engajamento dos clientes.

Um site não deve ser projetado e otimizado apenas para a rede, mas também precisa ser otimizado para adequar-se às especificidades de todas as triagens, ou você não capturará todas as conversões possíveis.

Conclusão

A concorrência no setor de vestuário online é acirrada. Portanto, é essencial oferecer uma experiência de compras diferenciada, que prevaleça sobre as outras e que atenda aos desejos dos clientes de hoje por uma experiência estimulante e que inspire, surpreenda e deixe-os satisfeitos.

Os varejistas de roupas online que se sobressaem na entrega de itens essenciais logo expandirão o seu alcance, aprofundarão o engajamento com o cliente e aumentarão as vendas.

 

Fonte: E-commerce News

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Vídeo: sua importância para as estratégias digitais

NOVIDADES outubro 25, 2017

Os vídeos vêm se firmando como uma importante ferramenta de divulgação para as marcas no ambiente digital nos últimos anos. Sejam vídeos curtos, publicitários, explicativos ou simplesmente para entreter e gerar brand awareness (conhecimento da marca), esse modelo de conteúdo é cada vez mais utilizado.

Prova disso foi o recente anúncio do Google informando que a empresa passará, a partir do primeiro trimestre de 2016, a oferecer publicidade em vídeos nas páginas de resultado de pesquisa. Continue lendo esse artigo e entenda por que o vídeo é fundamental para a sua estratégia de publicidade online!

Mudanças no Google e Facebook

Um dos principais indícios de que vale a pena investir em vídeos foram as mudanças realizadas por Facebook eGoogle em suas estruturas para privilegiar esse formato.

Enquanto a primeiro passou a privilegiar uploads diretos em seu sistema e oferecer dados concretos — como o número de visualizações de cada vídeo —, o segundo anunciou oficialmente a adoção de anúncios em vídeo em suas páginas de resultados.

Ou seja, assim como os anúncios em texto que você já vê nas páginas de resultado do Google, em breve verá, também, anúncios em vídeo. Isso representa uma grande oportunidade para empresas que desejam alcançar um público específico.

Os brasileiros querem vídeos!

Em estudo realizado pela empresa ComScore afirma que nosso país é o segundo maior do mundo em número de impressões mensais. Chamamos impressão toda vez que um anúncio é exibido na tela de um dispositivo (móvel ou desktop). Apenas no primeiro trimestre de 2015 foram 198 bilhões de impressões registradas.

Isso comprova como o público brasileiro não só está preparado, mas também está buscando mais comunicação através desse formato de mídia. Ainda, segundo o estudo, são cerca de 9 milhões de usuários conectados diariamente apenas em tablets e smartphones.

YouTubers e vloggers em alta

Outra prova do sucesso dos vídeos no Brasil são os números apresentados por canais como Porta dos Fundos e Parafernalha que em apenas algumas horas após subir um vídeo, contabilizam milhares de visualizações.

Além de uma prova objetiva do sucesso desse formato de mídia, essa realidade também representa uma boa oportunidade para as empresas, uma vez que é possível fechar uma parceria com um desses canais e atingir um público gigantesco.

Precisão na mensuração de resultados

Ao contrário dos meios tradicionais de publicidade, é possível obter informações precisas sobre os resultados de uma campanha no ambiente digital. E isso vai muito além do número de visualizações. É possível saber quanto tempo de vídeo as pessoas assistiram, de onde são, qual seu perfil demográfico e hábitos de comportamento, dentre outros dados muito importantes.

Essas informações possibilitam uma otimização constante da estratégia e permitem que a equipe saiba onde e como investir o orçamento disponível. Ou seja, o que já é bom pode ficar cada vez melhor.

 

Fonte: E-commerce News

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São Paulo ganha novo SESC 24 de Maio

NOVIDADES outubro 25, 2017

A cidade de São Paulo acaba de ganhar o novo SESC 24 de Maio, o espaço foi inaugurado dia 19 de agosto de 2017,o novo espaço oferece interação permanente por meio de programações educativas,culturais de lazer e muito mais…

Informações técnicas

Data de inauguração: 19 de agosto de 2017
Arquiteto responsável: Paulo Mendes da Rocha e MMBB Arquitetos
Área do terreno: 2.203 m²
Área construída total: 29.516 m²
Características:  Edifício composto por 2 subsolos, térreo e 17 pavimentos.

Instalações

Acessibilidade Universal
Teatro – 216 lugares
Loja Sesc
Cafeteria e Café do Teatro
Central de Atendimento
Comedoria – restaurante por peso
Área de Convivência
Biblioteca e Espaço de Leitura
Espaço de Brincar
Programa Curumim
Salas Multiuso
Oficinas
Área de Exposição
Espaço de Tecnologia e Artes
Odontologia  – 14 consultórios, 1 RX panorâmico e 1 Periapical
Salas de Atividades Físicas, Expressão Corporal e de Ginástica Multifuncional
Piscina Recreativa, descoberta e climatizada, solário

Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro SÃO PAULO | CEP: 01041-001
 
Acesse o site e descubra muito mais sobre o novo SESC 24 de Maio
 
SESC 24 de Maio (website)

 

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Valor de mercado da Amazon.com deverá chegar a 1,6 trilhão de dólares até 2024

NOVIDADES outubro 25, 2017

O valor de mercado da Amazon deve mais que triplicar em menos de uma década. Essa é a constatação de um influente analista de Wall Street, que vê o crescimento contínuo do comércio eletrônico como um dos principais catalisadores para esse crescimento.

A MKM Partners reiterou a indicação de compra de ações da gigante da internet, ao afirmar que a Amazon continuará a dominar os mercados de e-commerce e cloud computing. O analista Rob Sanderson disse em nota que uma análise detalhada de cenários mostra que a Amazon poderá superar em US$ 1,6 trilhão o valor de mercado nos próximos 7-8 anos.

Para alcançar essa marca, a participação da Amazon no gasto total no varejo dos EUA terá que seguir a trajetória atual, observando que essa participação cresceu nove vezes entre 2008 e 2016, chegando a 5,1%. Ele acredita que a empresa atingirá 15,5% do total de gastos de varejo dos EUA até 2025 e, eventualmente, superará seu principal rival, o Walmart.

Ele também é otimista em relação à Amazon Web Services (AWS). Sanderson acha que o segmento de computação em nuvem pode aumentar as receitas em 20% ao ano nos próximos oito anos. Embora pareça muito, o analista lembra que a Microsoft conseguiu aumentar as vendas em mais de 20% ao ano pelo período de 23 anos consecutivos.

 

Fonte: E-commerce News

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Brandformance: a gestão plena da construção de marcas

NOVIDADES outubro 25, 2017

No mundo em que as comunicações convergem para o digital, a simples contraposição entre estratégias voltadas à promoção de vendas (performance) e estratégias para a construção e fortalecimento de marca não faz mais sentido. Neste ambiente unificado, essas “barreiras” são muito tênues com o consumidor buscando informações sobre determinado tema e já passando a compra, como a situação contrária, ou seja, ao realizar uma compra, buscar referências sobre a empresa ou categoria. Logo, unir essas duas abordagens é fundamental para a sobrevivência no mundo digital.

É aí que entra o conceito de brandformance, em outras palavras, a aplicação de um mindset de performance a construção e fortalecimento da marca. Em um primeiro olhar, este conceito pode até parecer contraditório – afinal, performance não está ligado a vendas? –, mas na prática funciona muito bem: a partir de dados, estabelecer uma estratégia de construção de marca, definir indicadores aferíveis para esse objetivo específico, executar e medir os resultados com o olhar voltado à aprendizagem.

A chave deste processo está, justamente, no feedback. Esses dados retroalimentam todo o processo, formando uma metodologia sólida que viabiliza uma gestão muito próxima e palpável de aspectos muitas vezes considerados puramente intangíveis. Certamente, a construção de marca envolve aspectos intangíveis e até subjetivos, mas eles podem ser mensurados, ainda mais agora com a ampla gama de ferramentas e tecnologias disponíveis no mercado.

Essa sistemática traz muitas vantagens. Primeiro em termos de custo. Você consegue atingir mais pessoas ou alcançar seus objetivos com o mesmo investimento ou até menos. Isso porque se aprende ao longo da campanha os melhores canais, frequências e especificações para aquele objetivo específico. Ganha-se também na qualidade, tanto em relação a gestão da estratégia digital como um todo – que passa a ter um controle efetivo – como em relação as mensagens. Cada feedback do público é uma oportunidade para aprimoramentos em termos de linguagem, estrutura e formato. Nesse sentido, a utilização de medidas como viability e completion rate ajudam muito a ter uma visão mais precisa da receptividade, ou não, do público às mensagens e linha criativa adotada.

A terceira vantagem é um desejo antigo dos comunicadores, mas que só agora é viável. O brandformance permite o desenvolvimento de campanhas realmente vivas e flexíveis, características tão necessárias para um contexto em o consumidor e seu ambiente estão em constante e rápida transformação. Esqueçam formatos estaques, agora é a hora da adaptabilidade, mas com direcionamento e bases efetivas para a tomada de decisão.

O brandformance dá margem ainda a um bônus extra: uma maior integração de canais, on-line e off-line. Atualmente, conseguimos medir de fato o impacto de uma veiculação de TV nas redes sociais, por exemplo. Quão valiosas são essas informações para aprimorar a campanha. Já existem modelos que inclusive correlacionam estas ações. É a verdadeira comunicação integrada que é desenha conjuntamente, de forma que um canal potencialize o outro, sempre medindo e acompanhando os resultados. Neste processo, uma dica importante: cuidado ao simplesmente adaptar mensagens para cada canal. Isso não é suficiente, é necessário que a mensagem seja desenhada para aquele meio (logo, conhecê-lo também é fundamental).

Desta forma, o brandformance permite uma gestão plena da construção de marcas, o que, em última instância, também gera leads e alavanca vendas. São poucas as empresas que adotaram e efetivamente praticam esta abordagem, mas o mercado brasileiro tem muito a se desenvolver, gerando grandes oportunidades.

 

Fonte: E-commerce News

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M-commerce: o principal driver de crescimento do comércio eletrônico

NOVIDADES outubro 25, 2017

Após registrar pela primeira vez retração no número de pedidos no primeiro semestre de 2016, o e-commerce brasileiro voltou a registrar crescimento e ultrapassou a barreira de 50 milhões de pedidos no primeiro semestre de 2017. A retomada da economia, o aumento da confiança do consumidor e, por consequência, o reaquecimento do mercado influenciaram diretamente esses números, porém outro fator de ordem tecnológica e comportamental também vem contribuindo positivamente para a expansão do setor: o m-commerce.

O relatório Webshoppers 36, lançado pela Ebit no final de agosto, evidencia o quão vigoroso foi esse crescimento. O volume de pedidos aumentou 35,9% (9,2 vezes mais do que o mercado em geral), alcançando um share de 24,6%. Ou seja, praticamente 1/4 das vendas do e-commerce já é realizada por meio de dispositivos móveis. No que tange ao faturamento, a alta é ainda mais expressiva, de 56,2%, consequência da expansão do tíquete médio, de R$363 para R$417, ficando em linha com o mercado em geral (R$418).

Mas por que o m-commerce cresceu tanto? Parte desse fenômeno pode ser atribuída à democratização do acesso 3G e 4G no Brasil. Com isso, os smartphones cada vez mais desempenham o papel de principal ferramenta de acesso à internet, especialmente entre as classes menos abastadas. Por esse motivo, a categoria telefonia e celulares foi a que registrou o maior crescimento no primeiro semestre de 2017, na comparação com o mesmo período do ano passado, com 33% mais pedidos e 43% de alta no faturamento. A categoria corresponde a 9,5% de todas as vendas do mercado.

Os lojistas já perceberam que o crescimento das vendas passa pelo m-commerce. Prova disso é o fato de muitas empresas estarem investindo no aprimoramento da experiência do consumidor, melhorando os sites responsivos e aplicativos, oferecendo também vantagens comerciais para alavancar as vendas nos smartphones.

Em alta

Com mais gente acessando a internet, cresce também o número dos usuários que utilizam a grande rede como fonte de consumo. O Webshoppers 36 mostra que o número de pessoas que realizaram pelo menos uma compra online no primeiro semestre de 2017, em relação ao mesmo período de 2016, cresceu 10,3% para 25,5 milhões de pessoas. Em tempos de crise, o preço torna-se um fator ainda mais importante para a decisão de compras. Com isso, as já conhecidas vantagens oferecidas pelo comércio eletrônico, como preços baixos e informações sobre produtos, também contribuem para o aumento do mercado em geral e do m-commerce.

Com a presença de três importantes datas — Dia das Crianças, Black Friday e Natal —, a tendência é que o e-commerce acelere essa toada. O número de pedidos deverá sofrer um impulso forte e crescer 6,5% no ano (a taxa semestral foi de 3,9%). Se no primeiro semestre de 2017 a alta de faturamento verificada foi de 7,5%, com R$21 bilhões, para o segundo semestre, há a expectativa de que esse percentual fique entre 12% e 15%. Com isso, a Ebit revisou para 10% a previsão anual, retomando os dois dígitos de crescimento de antes da crise econômica.

 

Fonte: E-commerce News

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Entenda porquê a Black Friday pode mudar de data em 2018

NOVIDADES outubro 25, 2017

A Black Friday, que já se estabeleceu como uma das mais importantes do ano para o comércio eletrônico brasileiro, tendo movimentado R$ 2 bilhões em 2016, segundo levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) e que possui data fixa na última sexta-feira de novembro, pode passar por uma grande mudança em 2018. A possibilidade é que o evento passe a ocorrer em setembro, antecipando em dois meses o período mais aguardado para o varejo on-line.

O motivo informado pelos lojistas como justificativa para a troca é a necessidade de separar as vendas de Natal com as da Black Friday. Como hoje existe uma grande proximidade entre ambos, as lojas acabam perdendo oportunidades e não conseguem trabalhar da melhor forma, precisando fazer uma mescla que pode não ser a melhor opção para os negócios nem para os consumidores. Com a alteração, as ações poderiam ser feitas de forma separada, tornando-as mais atraentes.

Levando em conta o cenário econômico atual, a mudança pode ser promissora, pois introduziria em setembro – mês sem muitas possibilidades devido ao calendário desfavorável –, a maior data do e-commerce nacional, aumentando a quantia de transações do período. Assim, o último trimestre do ano teria outras formas de ser impulsionado, com o Dia das Crianças e o Natal.

Alguns lojistas são contra, pois acreditam que o principal fator que cativa os consumidores é o recebimento do 13º salário, em novembro. Dessa maneira, é possível que os clientes guardem o dinheiro e se programem para a data em seu dia tradicional. Os que são a favor argumentam que o sucesso da Black Friday não é o 13º salário, mas a comunicação proporcionada pelas empresas por meio das mídias tradicionais, como rádio, televisão e jornal e também as on-line, como Google e Facebook.

Com o impasse, o cenário mais provável é a realização de ambos, com uma Black Friday em setembro e outra em novembro, possibilitando a participação de todos os lojistas interessados. Tal opção pode até ser viável ao consumidor, que terá mais de uma oportunidade para aproveitar os baixos valores oferecidos, mas o risco da data perder a atratividade junto aos consumidores, que, em boa parte, já questionam a credibilidade da data. Uma alteração dessas, desalinhando com a data original americana, pode gerar ainda mais dúvidas na cabeça do cliente final sobre a veracidade da data promocional.

 

Fonte: E-commerce News

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Impacto da lei de diferenciação de preço no e-commerce e na economia digital

NOVIDADES outubro 25, 2017

Como se não bastasse o enorme número de leis que sofreram alterações ao longo dos últimos anos, que representou impacto suficiente nas atividades do comércio eletrônico, recentemente a medida provisória nº 764/2016, que permitia a aplicação de preços diferentes de acordo com o método de pagamento utilizado, virou lei.

Estima-se que todos os setores do comércio e do varejo sejam afetados. Eles estão autorizados a estabelecer, de acordo com a lei, valores distintos para os consumidores que optarem por diferentes formas de pagamento, como dinheiro ou cartão. Isso se deve em decorrência dos altos custos cobrados por alguns meios.

A expectativa é que a medida, além de eliminar o subsídio cruzado – quando um conjunto de clientes paga preços mais altos para custear um grupo de consumidores ou de empresas – seja capaz de estimular os consumidores para que adquiram produtos com valores mais atrativos.

A nova lei visa regulamentar uma situação recorrente no varejo: os fornecedores praticavam a concessão de descontos para pagamentos realizados por boletos bancários e transferências eletrônicas. Essas transações possuem, em geral, menores taxas, pois não dependem de toda uma cadeia de adquirentes e subadquirentes presentes nas operações com cartões magnéticos.

Além disso, existe o consenso geral de que processos realizados por meios que não envolvam cartões de crédito conseguirão reduzir os riscos envolvidos, diminuindo a quantia de fraudes echargeback. Dessa forma, o custo total e o risco mais baixo das operações com boleto e transferências bancárias são menores e, consequentemente, incentivarão o consumo.

Em benefício do comerciante a lei determina que os contratos firmados com arranjos de pagamento não poderão restringir a diferenciação do preço, prática que era comum e que possuíam cláusulas que visavam estimular a compra e venda por determinadas formas de pagamento. Hoje, com a medida, esse tipo de determinação fica legalmente restrita.

Não se pode deixar de observar que o novo regulamento determina que os comerciantes fixem em seus sites, de maneira clara e em local de fácil visualização, os eventuais descontos fornecidos em razão do tipo de pagamento utilizado. As empresas que não atenderem a essa exigência poderão sofrer a aplicação das penalidades estabelecidas no Código de Defesa do Consumidor, como multas, suspensão de fornecimento de produtos ou serviços, interrupção temporária da atividade, cassação de licença do estabelecimento, entre outras.

Desse modo, as lojas virtuais que já adotam ou que desejam aplicar a prática assegurada pela nova lei devem se atentar aos requisitos estabelecidos sob pena de não só infringir a legislação aplicável, mas também de colocar em risco sua própria atividade empresarial e a continuidade de seu negócio.

Fonte: Ecommercenews

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Inbound Marketing é o mais novo aliado das empresas que querem sair da crise econômica

NOVIDADES outubro 25, 2017

Conforme levantamento da eMarketer, empresa especializada em pesquisas envolvendo marketing, o segmento de Marketing Digital deverá apresentar um crescimento de 15%, totalizando US$ 3,36 bilhões investidos, se comparado com o ano anterior. Indo na direção contrária, a companhia diminuiu a estimativa para o avanço do mercado publicitário e compra de mídia de 10,4% para 5,7%.

A redução do valor se dá devido ao cenário econômico atual do país, que trouxe altos índices de desemprego à população. Em contrapartida, o incremento da publicidade digital ocorre por ser uma alternativa palpável devido às opções de custo e alcance. O Inbound Marketing, por essência, é democrático. A criação de conteúdo pode ser realizada tanto por grandes empresas quanto pequenos negócios, podendo atingir excelentes resultados em ambos, mesmo sem efetuar grandes investimentos.

Inbound Marketing como carro-chefe

O conceito não é novidade e foi popularizado nos Estados Unidos em 2009 após o lançamento do livro de Brian Halligan e Dharmesh Shah, intitulado “Inbound Marketing: seja encontrado usando o Google, a mídia social e os blogs”. A partir daí, se multiplicou pelo mundo todo. A tática consiste em criar conteúdo relevante, visando atrair potenciais clientes para o blog ou site da empresa e, a partir daí, desenvolver todo o trabalho de relacionamento por meio de material personalizado e autoral.

Como produzir conteúdo significativo?

  1. Defina seu público: O primeiro e mais importante passo é definir quem será o seu público-alvo. Com base no target, é possível adequar a linguagem, o tom e o formato do conteúdo. Adaptar a empresa ao consumidor é o novo modelo de negócios, fazendo com que a comunicação da companhia atue da mesma maneira.
  2. Elabore estratégias: O Inbound Marketing pode ser realizado de diversas maneiras. Mais interessante do que apostar em todas as vertentes é definir estratégias e saber os melhores momentos para utilizar cada formato. Atualmente, os vídeos estão em evidência. Por serem dinâmicos, o conteúdo pode ser mais abrangente e a forma de trabalhar os leads – potenciais clientes – pode ser mais efetiva.

3. Mensure os resultados: Uma das grandes vantagens do Marketing Digital em relação à publicidade tradicional é a possibilidade de analisar os resultados. Por meio de ferramentas, é possível saber qual o poder de penetração de um ou mais conteúdos e analisar o que funciona melhor em determinado momento, sendo possível estudar as conclusões e elaborar novas estratégias mais assertivas com base nos erros e acertos cometidos na fase anterior.

 

Fonte: E-commerce News

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A nova era da densidade empreendedora e seus impactos

NOVIDADES outubro 25, 2017

É cada vez maior o número de locais que são reconhecidos como berços de inovação e criação de startups. Sillicon Valley, Tel Aviv, Boston e Shenzen são alguns nomes considerados como principais polos para quem busca empreender. E o que eles têm em comum? São regiões com alta densidade empreendedora devido a uma série de fatores, entre eles boa infraestrutura, regulação adequada, e presença de um forte ecossistema composto por investidores, empreendedores, boas universidades, entre outros.

A densidade empreendedora de um determinado local pode ser calculada com uma fórmula matemática simples – número de empreendedores e colaboradores de empresas em rápido crescimento, dividido pelo número de pessoas adultas da região. Esses ambientes não nasceram de um dia para o outro, pois é preciso tempo para desenvolve-los e isso é resultado da combinação de diversos agentes, suas iniciativas e a formação de uma cultura que faz com que as pessoas se tornem mais receptivas para novas ações.

De um lado, podemos destacar a presença dos agentes provedores, que são os investidores, incubadoras/aceleradoras, corporações, universidades e governo. E do outro, a presença dos empreendedores e suas ideias inovadoras. Os agentes corroboram muito para melhorar os resultados locais e atrair novos profissionais, além de ajudar na criação do ecossistema empreendedor por meio de ações desenvolvidas por startups e executivos que ali convivem.

Diferente dos modelos tradicionais, nesse segmento os empreendedores são os responsáveis por toda comunicação que é feita no local. Eles se conectam com os líderes, propõem mudanças e realizam atividades e eventos locais para conectar todos os agentes e pessoas que possuem o mesmo interesse. Porém, é essencial que haja uma conectividade também com as pessoas presentes, pois isso faz com que o local se torne um berço de inovação, traga benefícios para a região e melhore a comunicação, característica preciosa para toda a cadeia.

No Brasil, por exemplo, possuímos alguns locais que se tornaram berço de inovação e criação de startups. Mesmo com pouco envolvimento de alguns agentes, diversas comunidades empreendedoras vêm impactando positivamente suas cidades, atraindo talentos, capital e ajudando os governos a criar condições necessárias para as pessoas empreenderem.

Segundo o último Índice de Cidades Empreendedoras da Endeavor Brasil, São Paulo aparece em primeiro lugar, seguido por Florianópolis. As cidades interioranas de Campinas, Joinville e São José dos Campos também aparecem no ranking.

Por fim, acredito que essas regiões contribuem bastante para o surgimento da densidade empreendedora aqui no Brasil, proporcionando novos negócios, criando empregos e fortalecendo as condições econômicas e sociais. Mesmo com um cenário econômico e político desfavorável, o empreendedorismo brasileiro busca seu espaço e cresce de forma significativa, criando um ecossistema sólido para ser reconhecido internacionalmente por meio de iniciativas inovadoras.

 

Fonte: E-commerce News

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3 pontos de atenção para ter sua loja nos marketplaces

NOVIDADES outubro 25, 2017

Com o constante crescimento do universo on-line, o número de lojas e consumidores dentro do cenário virtual aumenta a cada dia. Atuar como um e-commerce permite o desenvolvimento estratégico em diversos aspectos, o que assegura maior espaço e diversidade de personalização de serviços e produtos.

Ter uma loja on-line própria possibilita ao gestor a definição da melhor forma de elaborar os canais secundários de venda. Um exemplo são os marketplaces – espaço virtual onde se faz comércio eletrônico de forma ampla, por meio de grandes sites especializados no varejo. Dessa forma, o gestor consegue trabalhar todo o conceito de sua marca por meio do e-commerce, enquanto utiliza o marketplace para gerar volume de negócios.

Conheça os 3 principais pontos de atenção para ingressar nos marketplaces:

  1. Concorrência

Atuar em uma loja centralizadora possibilita que seu produto seja visto por milhares de pessoas diariamente. Porém, da mesma forma que em um supermercado, o item de seu concorrente será exibido ao lado do seu, transformando o negócio em uma grande competição por custos cada vez menores.

  1. Burocracia

Ao atuar em marketplaces é essencial acompanhar os termos de uso e as renovações de contrato, se mantendo atento para todas as mudanças que ocorrem e que podem impactar diretamente no negócio. Além disso, é necessário manter o portal do parceiro sempre atualizado com os dados de cada venda, o status do envio e o código da transportadora para que seja possível rastrear a compra.

  1. Volume de transações

Se por um lado aumentar o volume de transações pode proporcionar uma negociação de valores com os fornecedores, atuar sem um bom planejamento pode ser prejudicial, pois se não houver uma estratégia eficiente, o grande volume de saída de produtos pode esgotar o estoque, deixando determinados produtos indisponíveis não apenas nos marketplaces, mas também no e-commerce, que deve ser o principal canal dos lojistas eletrônicos.

Para possuir maior controle sobre os valores nos portais, a atualização das informações para os parceiros e na gestão do estoque, é essencial atuar com um Enterprise Resource Planning (ERP), um sistema que gerencia todos os processos comerciais de uma empresa, centraliza todas as ações e possibilita a automação e armazenamento das informações de cada transação.

 

Fonte: E-commerce News

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Cliente fidelizado para aumentar as receitas

NOVIDADES outubro 25, 2017

Toda vez que uma pessoa abre um empreendimento, seja na web ou fora dela, o objetivo principal é conseguir lucros. Independente de qual for a empresa, sempre esse vai ser o motivo para o qual ela abriu o negócio. E para isso acontecer é preciso que ela tenha cada vez mais um cliente fidelizado.

Há muitas críticas à lógica do lucro, por conta de empresários maquiavélicos que colocam os fins sempre a frente dos meios. Por conta disso, passam por cima de regras e leis para conseguir ganhar uma grana a mais. Seja descumprindo leis trabalhistas, sonegando impostos, agindo de forma anti-ética, ou outras possibilidades. Mas a real mesmo é que dá para ter lucro de forma honesta, legal, sem passar por cima de ninguém. É só você ter cliente fidelizado.

E não no singular, mas sim no plural. Quando maior o número de clientes fidelizados sua empresa tiver, melhor para o crescimento dela e dos seus lucros. Só que para conseguir isso não é simples. Se fosse, todo mundo faria. Uma série de estratégias de fidelização devem ser feitas para conseguir esse feito.

A questão é que quando você conseguir chegar ao patamar de ter cliente fidelizado é hora de comemorar. Você conquistou a base para ter lucros sempre e maiores. Cada vez mais. Isso porque se conseguiu fidelizar um consumidor, com técnica parecida vai atrair outros. Quanto mais tiver, melhor para a vida financeira do seu empreendimento. E sem usar de nenhum artifício ilegal ou imoral.

Neste texto, vamos mostrar as diversas formas par conquistar um cliente fidelizado e como o atendimento de qualidade é necessário nessa questão. As dicas são várias e complexas. Por isso, preste atenção e fique bem ligado. Essas ideias podem salvar a vida econômica da sua empresa, ainda mais em tempos de crise.

Cliente fidelizado – Como fazer?

A primeira questão que deve ser analisada na hora de pensar em um cliente fidelizado é na sua própria equipe de trabalho. Os seus funcionários estão satisfeitos?! Eles que vão fazer a ligação direta com os consumidores. São eles os responsáveis reais pela fidelização. Por isso, devem estar muito felizes com a forma que a empresa trata eles.

Seja um empreendedor mais humanitário. Converse com seus funcionários, ajude no que for preciso, não aja como um chefe do século passado. Você tem que ser um líder, uma pessoa a ser seguida, alguém que eles admirem. Para isso, estude, pesquise, leia, treine. Aprenda a ser uma pessoa respeitada e querida pelos profissionais que trabalhem com você. Isso é algo que tem que durar durante toda a existência do empreendimento. Não é algo temporário, ou secundário.

Depois de aprender como tratar bem os seus funcionários e tornar a sua empresa boa de trabalhar, pense em como fazê-la ficar atraente para o público. Se for uma loja física, mexa na vitrine, contrate um arquiteto ou decorador, mude as estruturas. Faça uma marca nova, mexa no que for possível. Invista em publicidade, brindes e outros detalhes. As pessoas precisam do primeiro interesse para que alguém se torne um cliente fidelizado.

Se for online, contrate um ótimo designer e um excelente programador. Faça com que eles, junto com a equipe de marketing digital trabalhem em união. Assim tanto a forma, quanto o conteúdo das suas páginas vão estar coerentes, objetivas e agradáveis para o público.

Invista em produtos ou serviços de qualidade. Não adianta nada que a empresa tenha uma cara legal se ela comercializa coisas ruins. É preciso fazer tudo da melhor maneira possível. Só assim você vai conquistar o seu primeiro cliente fidelizado. E a partir daí, virão outros.

Depois disso tudo feito, o investimento na equipe, na imagem, no marketing e na qualidade dos produtos, vem a principal motivação para conseguir um cliente fidelizado. O atendimento de qualidade.

O atendimento para conquistar um cliente fidelizado

A principal forma de garantir um cliente fidelizado é no atendimento. Seja ele on ou offline, o que importa é que seja bem feito e objetivo. O cliente ao entrar no seu site, ou na sua loja, quer ir direto ao que procura. Não gosta de enrolações e quer ser tratado com educação. Parece simples, mas a maior parte das empresas peca nesse quesito. O que faz com que um potencial consumidor largue a sua loja para buscar o que quer em outra.

Vou dar um exemplo pessoal disso para ficar mais claro. Certa vez adquiri alguns produtos de uma loja bem famosa na internet, que vende para o país inteiro e passa uma imagem muito boa de credibilidade. Porém, não é isso que acontece na realidade. Ao procurar e ler recomendações, reclamações e indicações, dá para perceber que os consumidores não ficaram satisfeitos com o atendimento dado por essa empresa.

Primeiro porque o site não é inteligível quanto parece ser. Não é óbvio comprar o que deseja, precisa dar muitos cliques para chegar até o carrinho. Depois desse primeiro empecilho, outros piores aparecem e tudo na questão do atendimento.

Um dos produtos que comprei não estava no estoque. O simples e rápido a ser feito era que a equipe de atendimento da empresa entrasse em contato comigo e me restituísse o dinheiro, ou oferecesse outras formas para gastá-lo dentro da loja. Porém, não foi isso que ela fez. Além de descumprir o prazo de entrega para o dobro do que havia prometido, todos os dias eu recebia o mesmo e-mail com a aprovação do pagamento daquele produto que nem existia no estoque deles. Um erro grave de atendimento. Receber todo dia o mesmo e-mail, idêntico, com uma mentira dentro dele é pedir para que o cliente nunca mais volte a comprar naquele estabelecimento.

Para piorar, as questões que enviei a eles como, por exemplo, quando a encomenda ia chegar, como ia recuperar o meu dinheiro, quando eles iam depositar e outras do tipo; demoraram muito para serem respondidas. Eu enviava uma pergunta hoje e três ou quatro dias depois eles respondiam.

O problema é que já faz mais de um mês dessa compra e até hoje não recebi meu dinheiro de volta. O resultado é simples. Nunca mais vou comprar nessa loja por conta de um erro grotesco de atendimento feito por ela.

Para evitar coisas desse tipo, invista em um serviço eficaz, direto, objetivo, rápido de atendimento. É a única forma de manter seus clientes fidelizados. Suponhamos que você vai em uma loja física, o vendedor não te enrola, te trata com a melhor educação do mundo, leva diretamente para você o produto que procura, te dá um desconto por ser a primeira compra, te oferece a oportunidade de receber em casa a nova coleção quando chegar, pega seu telefone, te liga e envia a condicional para lá, fica agradecido com sua atenção; você com certeza vai se sentir satisfeito e vai querer voltar àquele empreendimento. É assim que se conquista um cliente fidelizado.

Não é difícil, basta estudo, pesquisa, treinamento, dedicação, força de vontade, planejamento, contratação de bons profissionais e a valorização deles. Se quer realmente se dar bem no mundo dos negócios de forma honeste e ética, é só trabalhar direito que tudo dá certo.

 

Fonte: Ecommercenews

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O que vem depois das agências e dos correspondentes bancários?

NOVIDADES outubro 25, 2017

Entre os anos de 2000 e 2003, o Banco Central criou as resoluções que deram origem a figura do Correspondente Bancário, que tinha como principal objetivo “promover a inclusão financeira”. Na década seguinte, enquanto a quantidade de agências bancárias se manteve relativamente estável, o volume de correspondentes cresceu atingindo cerca de 160 mil pontos em 2012.

Hoje, apesar do crescimento dos canais digitais, os pontos físicos e outros canais de atendimento continuam desempenhando um papel importante no atendimento a clientes. Segundo a última pesquisa da Febraban realizada em 2015, o total de transações realizadas em pontos físicos (agências bancárias, ATMs e correspondentes bancários) foi de 23,6 bilhões, o que representa 45% do total.

O estudo mostra também que, em 2015, o universo de agências físicas sofreu uma ligeira queda (de 22,9 mil em 2015 para contra 23,1 mil no ano anterior), também verificada, de forma mais acentuada, nos correspondentes, PABs e PAEs (postos de atendimento). O total de postos caiu de 45,5 mil, em 2015, ante 51 mil, em 2014. E os correspondentes bancários passaram de 346,5 mil, em 2014, para 293,8 mil em 2015.

De acordo com Gustavo Fosse, diretor Setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN, os ajustes estão relacionados a fatores como a conjuntura econômica do País (falta disposição para investir) e a política de eficiência operacional de dos bancos.

Em paralelo, o Instituto Data Popular aponta ainda um volume de sub-bancarizados e desbancarizados de cerca de 50 milhões de brasileiros, quase 40% da população adulta.

Diante deste cenário de fechamento de mais de 60 mil postos bancários físicos só em 2017 e da falta de disposição para investir na abertura de novas agências e correspondentes, a grande pergunta é: quem vai atender as dezenas de milhões de pessoas que não tem (e não querem ter) uma conta ?

Esperamos que nos próximos anos esta lacuna, que vem sendo deixada pelas instituições financeiras por questões de redução de custo, seja preenchida com soluções de fintechs.

Por que não, por exemplo, usar a tecnologia para habilitar pequenos lojistas e autônomos com smartphones para oferecer serviços típicos dos correspondentes, como a venda de recarga, de produtos digitais e até mesmo o recebimento de contas?

E se o smartphone proporciona recursos que não estão disponíveis nos terminais de caixa e POS, por que não ir além disso e oferecer também novos produtos, como passagens de ônibus, consultas da situação do CPF e créditos pré-pagos de TV por assinatura ?

Se hoje faz cada vez menos sentido investir na abertura de postos bancários e a demanda por serviços nesses canais ainda é gigantesca, o uso da tecnologia de novas fintechs pode ser a melhor alternativa. Ao invés de participar de uma licitação para adquirir uma lotérica, quem sabe no futuro bastará baixar um aplicativo.

 

Fonte: E-commerce News

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  • Inbound Marketing é o mais novo aliado das empresas que querem sair da crise econômica

    por em outubro 25, 2017 - 0 Comentários

    Conforme levantamento da eMarketer, empresa especializada em pesquisas envolvendo marketing, o segmento de Marketing Digital deverá apresentar um crescimento de 15%, totalizando US$ 3,36 bilhões investidos, se comparado com o ano anterior. Indo na direção contrária, a companhia diminuiu a estimativa para o avanço do mercado publicitário e compra de mídia de 10,4% para 5,7%. A redução do […]

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    por em outubro 25, 2017 - 0 Comentários

    Os vídeos vêm se firmando como uma importante ferramenta de divulgação para as marcas no ambiente digital nos últimos anos. Sejam vídeos curtos, publicitários, explicativos ou simplesmente para entreter e gerar brand awareness (conhecimento da marca), esse modelo de conteúdo é cada vez mais utilizado. Prova disso foi o recente anúncio do Google informando que […]