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Cores e Floral para o Verão

| Blog do Guia | janeiro 27, 2015

Cores e Floral para o Verão

O floral é um dos hits mais fortes para aproveitar a estação mais quente do ano; o verão 2014 promete colorir todos os looks, do mais casual ao moderninho.

As cores mais quentes como, laranja, vermelho e amarelo vão fazer a cabeça das fashionistas por ai afora.
Mas, e qual acessório pode combinar com o meu look? Separamos algumas apostas de como, bolsas de ombro e bolsas de mão – lindas e prontas para qualquer ocasião.
  • #FICADICA: As bolsa de ombro são perfeitas para finalizar look mais casuais ou moderninhos.

 

  • #FICADICA: Já as bolsas de mão e ombro combinam melhor com looks mais clássicos e sóbrios, mas cai bem quando a produção foi super antenada na moda.

www.outletlcube.com

 

 

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Fashion News Lenços, abuse!

| Blog do Guia | janeiro 27, 2015

Lenços, abuse!

Há bastante tempo que os lenços coloridos ou lisos são usados para enfeitar as cabeças.
Super fashion eles marcam presença em looks despojados, moderninhos ou até mesmo básicos. Mas também possuem outra função importante e garantem glamour aos acessórios como, bolsas e mochilas.

 

Não importa qual é o estilo do acessório que você curta investir, procure brincar com o contraste que o acessório e o lenço escolhido vão dar à produção do seu look.
Reunimos algumas dicas para você abusar:
Bolsa grande: para as bolsas grandes, dê preferência aos lenços menores, assim eles não entram em conflito com o seu acessório;
Bolsa média: já que a sua escolha são acessórios de menor proporção, você pode apostar sem medo em lenços maiores, assim equilibra com o tamanho do acessório da sua escolha;
Bolsa pequena/mini: as bolsas pequenas em geral devem ter um lenço quanto menor melhor, pois o lenço deve ser um complemento ao acessório e não roubar a atenção da bolsa.
E sobre as cores?
- Se o seu acessório for de cor nude ou clara, de preferência aos lenços que possuam estampas chamativas, alegres e divertidas;
- Caso seja de cor vibrante, você até pode abusar das cores e estampas dos lenços, mas, lembre-se: tanto o lenço quanto o acessório deve combinar um com o outro, os tons devem ser próximos para que não fiquem sem “harmonia”;

 

 

 

 

 

O laço traz um ar romântico ao acessório.

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Comercio Eletrônico lucra 30 bilhões em 2013

| Blog do Guia | março 27, 2014

Comercio Eletrônico em Alta no Brasil

O bilionário mercado da internet este ano as vendas online devem movimentar em torno de 30 bilhões de reais para o Brasil,as lojas virtuais oferecem de tudo para os consumidores e o comercio eletrônico é uma grande oportunidade para os pequenos negócios.Acompanhe a repostagem completa no link abaixo: http://globotv.globo.com/rede-globo/pequenas-empresas-grandes-negocios/t/todos-os-videos/v/preco-baixo-e-comodidade-estimulam-o-comercio-eletronico/3016118/ Enquanto a economia Brasileira patina o comercio eletrônico deve crescer 25% esse ano.O presidente da câmera Brasileira de comercio eletrônico aporta os motivos: - O comercio eletrônico mudou a forma de abordagem do consumidor,mudou a relação de transparência e as formas de pagamentos em parcelas e assim aumentou o acesso do consumidor a produtos de qualidade. - O E-Commerce deve ser fácil de navegar e oferecer varias formas de pagamentos; Quem oferece diferenciais ganha um consumidor fidelizado e lucra ainda mais nesse mercado que esta em expansão. Renato Ferreira e Evelyn Lima montaram uma loja virtual de roupas femininas em 2011 e cada ano a loja cresce 50%,os empresários investiram 40 mil reais para fazer a loja virtual e fazer estoque,o que atraiu o casal foi o baixo custo de operação do comercio eletrônico,com custos baixos sobra dinheiro para divulgação,todos os meses eles investem R$ 700,00 em anúncios na internet,a loja virtual tem 300 itens de vários fornecedores,para escapar da concorrência das grandes marcas o segredo é vender produtos diferentes.Para vender roupas na internet a dica é descrever bem o produto,os tamanhos e boas fotos ampliáveis.A empresa vende em torno de 300 peças e fatura 17 mil reais por mês.  

 fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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Como Usar: Calça Cropped

| Blog do Guia, Dicas & Notícias | abril 2, 2013

Uma vez incorporada ao guarda-roupa feminino, a calça nunca mais deixou de ser querida pelas mulheres. Jeans, pantalonas, leggings e tantos outros estilos foram adaptados e criados especialmente para esculpir e favorecer o corpo feminino do melhor jeito possível.

Simples e elegante, a cropped é a calça que caiu no gosto das mulheres nas últimas temporadas, e promete continuar forte para o inverno e verão brasileiros. Com corte de alfaiataria, o diferencial dela está no comprimento mais curto, perfeito para o hit das sandálias de tirinha! Das mais formais às mais divertidas, encontrar uma cropped que se encaixe no seu estilo é muito simples.

Da esq. à dir.: Victoria Beckham, Uma Raquel Davidowicz e Burberry Prorsum.

Apesar de bem versátil, é preciso saber equilibrar o modelo da cropped para não errar. Se a calça forskinny, por exemplo, opte por combiná-la a blusas mais soltinhas, camisas ou blazers. Mas, se o estilo for mais soltinho, abuse dos tops e casacos mais sequinhos em contraste ao volume, que estará concentrado na calça.

Outra dica valiosa na hora de escolher sua cropped é investir em estampas e cores fortes para deixar a peça mais moderna. Importante lembrar apenas às baixinhas optar por combinar a calça cropped com sapatos altos ou sem tiras para não diminuir a silhueta. Independente da altura, é fundamental ficar atenta ao volume na região do quadril para não criar curvas indesejadas.

 

Fonte: Aremo

 

 

 

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Trend Alert: Braceletes Duplos

| Blog do Guia, Tendências | março 2, 2013

Após aparecer em desfiles de marcas como a Chanel, Michael Kors e Céline, os braceletes ganham força no street style. Como já mencionamos, a nova maneira maneira de usar o tão popular “pulseirismo“, é mais sofisticada: entram os braceletes metálicos, saem as pulseirinhas hippies. Não estamos dizendo que as pulseirinhas hippies não são mais bacanas, muito pelo contrário, as produções de pulseirismo inteiramente feitas com pulseiras de camelô e neon perdem espaço para o luxo dos braceletes dourados.

Para muitas, essa tendência não é novidade, afinal braceletes dourados nunca estiveram “out”. A grande novidade é a nova maneira de usa-los: vestindo-os nos dois pulsos, simétricamente igual, ou adicionando estilos diferentes em um ou nos dois pulsos. O resultado é mais elaborado, ideal para levantar qualquer visual básico e mais sem graça.

Nas ruas, vemos celebridades e meninas antenadas vestindo a mania: Miranda Kerr, Sarah Jessica Parker e Carolina Dieckman já são adeptas.

Você também pode entrar nessa onda, com os braceletes AREMO. Confira nossa coleção aqui.

 

Fonte: Aremo

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Jennifer Lawrence é a Nova Miss Dior

| Blog do Guia, Dicas & Notícias | março 2, 2013

Não há dúvidas de que Jennifer Lawrence está no auge. Além de ser linda e exibir um shape de dar inveja a muita gente, a atriz levou o prêmio de Melhor Atriz no Globo de Ouro e também no Oscar. Tem como ficar melhor?

A resposta é sim. Jennifer Lawrence é agora a nova Miss Dior. Após desfilar vestidos da label em eventos recentes, inclusive no Oscar, a americana se tornou o novo rosto da marca, que antes era da também atriz Mila Kunis.

 

 

Clicada pelo fotógrafo Willy Vanderperre, o anúncio de Lawrence para a maison começa a integrar o recheio das revistas a partir de abril. Enquanto isso, confira parte do resultado da campanha:

 

 

 

 

 

Fonte: Aremo

 

 

 

 

 

 

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Os Cristais Swarovski e a Moda

| Blog do Guia, Dicas & Notícias | novembro 12, 2012

A cobiçada marca de cristais Swarovski realiza parcerias com marcas e designers de moda.

Unindo beleza e glamour, estilistas tem procurado a marca para fechar parcerias e aplicar os cristais nas roupas. Alguns estilistas como: Alexandre Herchcovitch, Gloria Coelho e Lino Villaventura, já apresentaram coleções com apliques. A Ellus em sua nova marca de acessórios, produziu junto com aSwarovski maxi colares e anéis que foram super comentados no desfile de verão 2013.

Aplicações de cristas swarovski no desfile de inverno 2012 e verão 2013 da estilista Gloria Coelho.

Confira o vídeo promovido pela Swarovski abordando a preferência dos estilistas pelos cristais da marca:

Além das parcerias citadas acima, a marca também já uniu-se com a Melissa e produziram uma sapatilha com aplicações. No desfile de verão 2013 da Dior, os cristais apareceram integrados com a maquiagem das modelos. A última parceria da Swarovski com Yoko Ono, e com a designer Camila Klein, também resultaram em peças maravilhosas.

Confira outras fotos na galeria que estão de fazer os olhos brilharem:

Cristais aplicados nas peças de Camila Klein

Peças da Ellus Deluxe em parceria com a Swarovski

Na montagem acima: make do desfile da Dior verão 2013, aplicações na sapatilha da marca Melissa, peças elaboradas em conjunto com a estilista Yoko Ono e cupcakes produzidos em parceria com a Magnólia Bakery onde foram confeitados cristais comestíveis.

Fotos: Reprodução.

Fonte: Aremo

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Cor e Vida. Vestimos o que sentimos !!

| Blog do Guia | julho 9, 2012

Cor e Vida

Vestimos o que sentimos !!

Existem diversos tipos de cores que podemos aproveitar de acordo com o nosso tom de pele e o nosso estilo de vida. Apesar de a paleta de cores ser repleta de opções, podemos dividir em dois tipos: as cores quentes e as cores frias. Mas isso não quer dizer que alguém com tendência de usar cores quentes não fique linda com algo mais escuro.

A regra geralmente diz que pele morena são cores quentes  e pele clara são cores suaves. Mas isso não se deve levar ao pé da letra, pois cada um de nós segue um estilo de vida diferente. As cores transpassam muito mais do que  a valorização da cor de pele, deve-se levar em consideração o biótipo , ambientes que frequenta e é claro, a forma com que se vê o mundo.

Muitas vezes somos julgados com que o que vestimos. Por um lado parece injusto, mas se pensarmos bem vestimos o que nos faz bem naquele momento e  o que achamos interessante.

Cores

Mas será que uma mulher vestindo um azul turquesa demonstra estar feliz e a que veste cinza está mal?

Não necessariamente. Parece um tanto complicado, mas não é.

Um look composto de um vestido cinza pode parecer sem sal, mas se associado com um salto nude, azul escuro ou até mesmo uma bela sapatilha  colorida já da outro movimento aos olhos das pessoas. Mas se a peça é preta  o que fazer? O pretinho sempre foi considerado básico pois  salva muitas mulheres no sufoco da escolha do look. Mas nem sempre o pretinho se torna básico e mágico. Dependendo da modelagem da peça, a roupa acaba tornando o estilo e o corpo nada agradável. Se bem escolhido, o look preto pode se tornar menos sombrio com um penteado mais despojado, como uma trança embutida, espinha de peixe ou até mesmo um rabo de cavalo com um leve topete e com algum acessório colorido.

 

Não adianta nada usar uma cor vibrante para se sentir mais alegre, sem nem ao menos os seus olhos  enxergam  isso nas cores.

Sempre opte por corres que valorizem o seu corpo e seus sentimentos. Mesmo naqueles dias de TPM que nem sempre temos vontade de se arrumar, uma bela cor ajuda a melhorar o dia. Ao aprender a olhar para as cores que estamos usando, acabamos conseguindo deixar de lado sentimentos ruins e bobos que estão incomodando.

Portanto valorize-se, que as cores farão a parte delas em deixar mais destacado o seu brilho.

 

 

Alice M. Thume

http://duallids.wix.com/arteportfolio

Designer de gráfico / Estilista
Seja bem-vida Alice!!
O Guia Comercial do Brás se sente honrado com a sua colaboração!!

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Micro Empreendedor Individual MEI.

| Blog do Guia, Dicas & Notícias | junho 30, 2012

Dica do Guia : Micro Empreendedor Individual MEI.

O Empreendedor Individual é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. Para ser um empreendedor individual, é necessário faturar no máximo até R$ 60.000,00 por ano, não ter participação em outra empresa como sócio ou titular e ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria.

A Lei Complementar nº 128, de 19/12/2008, criou condições especiais para que o trabalhador conhecido como informal possa se tornar um Empreendedor Individual legalizado.

Entre as vantagens oferecidas por essa lei está o registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que facilitará a abertura de conta bancária, o pedido de empréstimos e a emissão de notas fiscais.

Além disso, o Empreendedor Individual será enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL).

Pagará apenas o valor fixo mensal de R$ 32,10 (comércio ou indústria) ou R$ 36,10 (prestação de serviços), que será destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS. Essas quantias serão atualizadas anualmente, de acordo com o salário mínimo.

Com essas contribuições, o Empreendedor Individual terá acesso a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros.

Como se inscrever:

A formalização do Empreendedor Individual será feita pela Internet no endereçowww.portaldoempreendedor.gov.br de forma gratuita.

Após o cadastramento, o CNPJ e o número de inscrição na Junta Comercial são obtidos imediatamente. Não é necessário encaminhar nenhum documento à Junta Comercial. Nenhuma cópia de documento precisa ser anexada.

O Empreendedor Individual também poderá fazer a sua formalização com a ajuda de empresas de contabilidade que são optantes pelo Simples Nacional e estão espalhadas pelo Brasil. Essas empresas irão realizar a formalização e a primeira declaração anual sem cobrar nada. Cliqueaqui para consultar a relação dessas empresas.

Custos após a formalização
Após a formalização, o empreendedor terá o seguinte custo:
Para a Previdência: R$ 31,10 por mês (representa 5% do salário mínimo que é reajustado no início de cada ano);
Para o Estado: R$ 1,00 fixo por mês se a atividade for comércio ou indústria;
Para o Município: R$ 5,00 fixos por mês se a atividade for prestação de serviços.

Pagamento

O pagamento desses valores será feito por meio de um documento chamado DAS – Documento de Arrecadação do Simples Nacional, que é gerado pela Internet.
Esse documento pode ser gerado por qualquer pessoa em qualquer computador ligado à Internet. O pagamento será feito na rede bancária e casas lotéricas, até o dia 20 de cada mês.

Importante
Lembre-se de que toda atividade a ser exercida, mesmo na residência, necessita de autorização prévia da Prefeitura, que nesse caso será gratuita. O SEBRAE é outro parceiro que oferecerá orientação de graça sobre a formalização.

Quanto custa:

O processo de formalização não custa nada. Para a formalização e para a primeira declaração anual existe uma rede de empresas de contabilidade que são optantes do SIMPLES NACIONAL que irão realizar essas tarefas sem cobrar nada no primeiro ano. Clique aqui para consultar a relação dessas empresas.

Você pagará imposto “zero” para o Governo Federal. E apenas valores simbólicos para o Município (R$ 5,00 de ISS) e para o Estado (R$ 1,00 de ICMS). Já o INSS será reduzido a 5% do salário mínimo (R$ 31,10). Com isso, o Empreendedor Individual terá direito aos benefícios previdenciários.

E A CONTABILIDADE?

A contabilidade formal está dispensada. Contudo, você deve zelar pela sua atividade e manter o controle em relação ao que compra, ao que vende e quanto está ganhando. Essa organização mínima permite gerenciar melhor o negócio e a própria vida, além de ser importante para crescer e se desenvolver.

RELATÓRIO MENSAL DAS RECEITAS BRUTAS

Todo mês, até o dia 20, o Empreendedor Individual deverá preencher (pode ser manualmente), o Relatório Mensal das Receitas que obteve no mês anterior.

Deve anexar ao Relatório as notas fiscais de compras de produtos e de serviços, bem como das notas fiscais que emitir.

Planejar

CONHEÇA O MERCADO
REÚNA INFORMAÇÕES PARA COMEÇAR BEM

Antes de dar entrada na papelada para abrir o negócio, o empreendedor precisa saber se seu negócio é viável. Para isso, deve coletar informações, que darão subsídio à elaboração do plano de negócios, documento que ajuda a tornar a empresa realidade.

O futuro empresário deve realizar uma pesquisa de mercado, identificando o melhor local para abrir o empreendimento e quem são seus concorrentes, fornecedores e consumidores e quais suas necessidades. O levantamento desses dados é um passo importante, que ajuda a solidificar o projeto.

Esta etapa ajuda ao empreendedor a conhecer o mercado, planejar bem a empresa, enxergar as oportunidades de negócio, saber quanto deverá dispor para iniciar o projeto e compreender como a economia poderá afetar a iniciativa.

Confira dicas de como realizar a coleta de informações.

GESTÃO FINANCEIRA
GESTÃO FINANCEIRA PODE AUMENTAR O LUCRO

A gestão financeira é um conjunto de ações e procedimentos administrativos que envolvem o planejamento, a análise e o controle das atividades financeiras da empresa.

O objetivo do gestor financeiro é aumentar o valor do patrimônio líquido do negócio, por meio da geração de lucro líquido resultante das atividades do empreendimento.

Para isso, é preciso ter um sistema de informações gerenciais que permita ao gestor financeiro conhecer a situação econômica da empresa de modo a tomar as decisões mais adequadas.

As principais funções da gestão financeira são análise e planejamento financeiro; captação e aplicação de recursos financeiros; crédito e cobrança; caixa; contas a receber; contas a pagar; e contabilidade.

Leia mais sobre gestão financeira.

MARKETING
AÇÕES DE MARKETING CONQUISTAM E FIDELIZAM

Marketing é um conjunto de atividades dirigidas para satisfazer as necessidades e desejos do consumidor. Ao procurar entender o que impulsiona as compras, as empresas produzem bens e serviços que atendem o público-alvo.

É através do marketing que as empresas conquistam e fidelizam seus clientes, por meio de quatro instrumentos básicos de ação:

  • Produção de bens e serviços que atendam aos desejos do público;
  • Escolha do preço certo para os produtos e serviços;
  • Distribuição eficiente e ágil;
  • Comunicação com o público (propaganda na mídia impressa e eletrônica, promoção em pontos de venda, sorteios, brindes, merchandising, mala direta).

Leia mais sobre marketing.

PLANO DE NEGÓCIOS
DEFINA O CONCEITO E PLANEJE O SEU NEGÓCIO

O empreendedor deve construir um plano de negócio, onde organiza as informações coletadas sobre a empresa que deseja montar. O planejamento proporciona uma visão mais clara e consistente sobre o desenvolvimento da empresa em metas alcançáveis. Esses dados devem ser discutidos na consultoria de viabilidade.

No plano de negócio ficam registrados o conceito do negócio, os riscos, os concorrentes, o perfil da clientela, as estratégias de marketing e o plano financeiro que viabilizará o novo empresa. E lembre-se que o plano de negócio não é um documento fechado em uma gaveta, mas um projeto vivo que você deve manter sempre atualizado.

Leia mais sobre plano de negócio.

VENDAS
BOAS VENDAS SÃO RESULTADO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

As empresas devem traçar estratégias e metas para fazer boas vendas. Isso significa treinar a equipe, incentivar e promover a criatividade dos vendedores e estar atento às novidades do mercado e iniciativas da concorrência. Estabelecer preços competitivos e padronizar o atendimento da clientela também é importante.

O Sebrae te ajuda a fazer um plano de vendas, a definir os produtos e serviços oferecidos, a precificar e preparar a equipe de vendas.

Leia mais sobre vendas.

RELAÇÃO COM O CLIENTE
QUAL O MELHOR MEIO DE COLOCAR O PRODUTO NO MERCADO?

O canal de distribuição é a forma por meio da qual o vendedor comercializa o produto ao consumidor ou usuário. O meio de distribuição deve ser definido de acordo com o produto, o público-alvo e o fornecedor do negócio. As empresas têm várias opções para fazer seus produtos chegarem até os compradores: venda direta, representante comercial, telemarketing e internet.

Leia mais sobre gestão de canais.

 

Onde obter Ajuda:

Dúvidas sobre o programa ou preenchimento dos formulários?

SEBRAE

0800 570 0800

Dúvidas sobre os benefícios do INSS?

PREVIDÊNCIA

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BENEFÍCIOS

COBERTURA PREVIDENCIÁRIA

Cobertura Previdenciária para o Empreendedor e sua família (auxílio-doença, aposentadoria por idade, salário-maternidade após carência, pensão e auxilio reclusão), com contribuição mensal reduzida – 5% do salário mínimo, hoje R$ 31,10.

Com essa cobertura o empreendedor estará protegido em casos de doença, acidentes, além dos afastamentos para dar a luz no caso das mulheres e após 15 anos a aposentadoria por idade. A família do empreendedor terá direito à pensão por morte e auxílio-reclusão.

CONTRATAÇÃO DE UM FUNCIONÁRIO COM MENOR CUSTO

Poder registrar até 1 empregado, com baixo custo – 3% Previdência e 8% FGTS do salário mínimo por mês, valor total de R$ 68,42. O empregado contribui com 8% do seu salário para a Previdência.

Esse benefício permite ao Empreendedor admitir até um empregado a baixo custo, possibilitando desenvolver melhor o seu negócio e crescer.

ISENÇÃO DE TAXAS PARA O REGISTRO DA EMPRESA

Isenção de taxa do registro da empresa e concessão de alvará para funcionamento.

Todo o processo de formalização é gratuito, ou seja, o Empreendedor se formaliza sem gastar um centavo.

O único custo da formalização é o pagamento mensal de R$ 31,10 (INSS), R$ 5,00 (Prestadores de Serviço) e R$ 1,00 (Comércio e Indústria) por meio de carnê emitido exclusivamente no Portal do Empreendedor.

Qualquer outra cobrança recebida não é do governo, não está prevista na legislação e não deve ser paga.

AUSÊNCIA DE BUROCRACIA

Obrigação única por ano com declaração do faturamento.

Ausência de burocracia para se manter formal, fazendo uma única declaração por ano sobre o seu faturamento que deve ser controlado mês a mês para ao final do ano estar devidamente organizado.

ACESSO A SERVIÇOS BANCÁRIOS, INCLUSIVE CRÉDITO

Com a formalização o Empreendedor terá condições de obter crédito junto aos Bancos, principalmente Bancos Públicos comoBanco do BrasilCaixa Econômica Federal e Banco do Nordeste. Esses Bancos dispõe de linhas de financiamento com redução de tarifas e taxas de juros adequadas.

COMPRAS E VENDAS EM CONJUNTO

Permitir a união para compras em conjunto através da formação de consórcio de fins específicos.

A Lei faculta a união de Empreendedores Individuais com vistas à formação de consórcios com o fim específico de realizar compras. Essa medida permitirá aos Empreendedores condições mais vantajosas em preços e condições de pagamento das mercadorias compradas uma vez que o volume comprado será maior.

REDUÇÃO DA CARGA TRIBUTÁRIA

Baixo custo para se formalizar, sendo valor fixo por mês de R$ 1,00 atividade de comércio – ICMS e R$ 5,00 atividade de serviços – ISS. O valor pago ao INSS tem o objetivo de oferecer cobertura Previdenciária ao Empreendedor e sua família a baixo custo.

O custo da formalização é de fato muito baixo. No máximo R$ 37,10 por mês, fixo. Além de permitir ao Empreendedor saber quanto gastará por mês, sem surpresas, lhe dará condições de crescer, pois o seu negócio contará com apoio creditício e gerencial, além da tranqüilidade para trabalhar em razão da cobertura Previdenciária própria e da família.

CONTROLES MUITO SIMPLIFICADOS

Controles simplificados (não há necessidade de contabilidade formal).

Além do custo reduzido, a formalização é rápida e simples, sem burocracia. Após a formalização o empreendedor terá de fazer, anualmente, uma única Declaração de faturamento, também de forma fácil e simples através da Intenet.

EMISSÃO DE ALVARÁ PELA INTERNET

Toda atividade comercial, industrial ou de serviço precisa de autorização da Prefeitura para ser exercida. Para o empreendedor Individual essa autorização (licença ou alvará) será concedida de graça, sem o pagamento de qualquer taxa, o mesmo acontecendo para o registro na Junta Comercial.

CIDADANIA

Resgatar o sentimento de cidadania.

A cidadania não tem preço e ela começa com o direito à dignidade que se traduz na condição humana de autorrealização pessoal, profissional e social. Ser um empreendedor formalizado significa andar de cabeça erguida e poder dizer eu sou cidadão, eu exerço minha profissão de acordo com as leis do meu País. Ser formal é também ser cidadão.

MAIS FÁCIL VENDER PARA O GOVERNO

O Governo é um grande comprador de mercadorias e serviços, nas suas três esferas: Federal, Estadual e Municipal. Para vender para o Governo é preciso estar formalizado.

SERVIÇOS GRATUITOS

Na formalização e durante o primeiro ano como Empreendedor Individual, haverá uma rede de empresas contábeis que irão prestar assessoria de graça, como forma de incentivar e melhorar as condições de negócio do País.

APOIO DO TÉCNICO DO SEBRAE NA ORGANIZAÇÃO DO NEGÓCIO

O SEBRAE estará orientando e assessorando os Empreendedores que assim o desejarem. Serão cursos e planejamentos de negócios com vistas a capacitar os empreendedores, tornando-os mais aptos a manterem e desenvolverem as suas aptidões.

POSSIBILIDADE DE CRESCIMENTO COMO EMPREENDEDOR

Com todo esse apoio e o fato de estarem no mercado de forma legal, as chances de crescer e prosperar aumentam e o que hoje é apenas um pequeno negócio amanhã poderá ser uma média e até uma grande empresa. Os grandes empresários não nasceram grandes, eles começaram pequenos e foram crescendo aos poucos, de modo sustentável.

SEGURANÇA JURÍDICA

Segurança Jurídica – formalização está amparada em Lei Complementar que impede alterações por Medida Provisória e exige quorum qualificado no Congresso Nacional.

O Empreendedor Individual é fruto da aprovação, pelo Congresso Nacional, da Lei Complementar 128/08 que foi prontamente sancionada pelo Presidente Lula. O fato de ser uma Lei Complementar dá segurança ao Empreendedor porque ele sabe que as suas regras são estáveis e para serem alteradas necessitam de outra Lei Complementar a ser votada também pelo Congresso Nacional e sancionada pelo Presidente da República, ou seja, há uma grande segurança jurídica de que as regras atuais não serão alteradas facilmente.

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Empresa nacional desenvolve solução sustentável para o segmento têxtil.

| Blog do Guia, Dicas & Notícias | junho 30, 2012

Empresa nacional desenvolve solução sustentável para o segmento têxtil.


A empresa brasileira Golden Tecnologia, especializada na área têxtil, acaba de receber a patente que oficializa a posse dos direitos de comercialização da tecnologia Dye Clean – solução sustentável utilizada para tingimento de tecidos com fibras celulósicas (algodão, viscose). O processo pode reduzir em até 80% o consumo de água, em 50% o de produtos químicos e auxiliares, e em 80% o de sal (para cada mil litros de água é preciso adicionar entre 30 e 80 quilos de sal nos processos de tingimento).

Atualmente, o Dye Clean possui registro de patente em quatro países: Brasil, Portugal, Itália e Bangladesh. Além disso, a empresa tem depósitos de patente para outros 22 países, que juntos representam 90% da produção têxtil mundial. “Temos como objetivo levar soluções técnicas aos clientes, priorizando tecnologias inovadoras e sustentáveis para o mercado. E a união destes valores é indispensável para estar à frente das exigências da legislação suprindo as deficiências técnicas do setor têxtil”, explica Alessandro De Marchi, diretor comercial da Golden.

O Dye Clean é fruto de um estudo científico do pesquisador espanhol da Universidade Politécnica da Catalunha (UPC), Josep Valldeperas Morell e de outros dois pesquisadores da mesma universidade, que com o apoio e investimento da Golden, conseguiram adequar e aprimorar o estudo à realidade industrial.

Fonte:Moda Shoes Brasil

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Convênio fortalece pequenos negócios de Moda.

| Blog do Guia, Dicas & Notícias | junho 30, 2012

Convênio fortalece pequenos negócios de moda.

Parceria entre Sebrae e Abest será desenvolvida até 2014

Beth Matias

 São Paulo - A cadeia produtiva da moda -; que inclui os setores têxtil, confecção, couro e calçados, gemas e joias – responde por 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, o equivalente a US$ 74 bilhões por ano, gerando mais de 2,3 milhões de empregos diretos. São mais de 50 mil negócios, sendo 80% micro e pequenas empresas (MPE). Apesar da grandiosidade dos números, alguns segmentos da moda sofrem com a falta de competitividade no mercado nacional e internacional.

Um convênio assinado nesta sexta-feira (13), em São Paulo, entre o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, o diretor-técnico, Carlos Alberto dos Santos, e o presidente da Associação Brasileira de Estilistas (Abest), Valdemar Iódice, tem como objetivo preparar o setor para enfrentar a concorrência estrangeira e aproveitar melhor as oportunidades geradas com o fortalecimento da economia nacional.

O presidente do Sebrae, Luiz Barretto, afirmou que o acordo irá proporcionar às pequenas empresas e, sobretudo, às comunidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), a oportunidade de agregar valor aos seus produtos e de competir no mercado do Brasil e do exterior. “É fundamental que as comunidades entendam a importância de incorporar o design aos seus produtos. Vamos trazer o mundo da moda às comunidades de baixo IDH. Serão incorporadas três comunidades por semestre”, explicou Barretto.

A parceria entre as duas instituições será desenvolvida até junho de 2014. Entre os resultados esperados, está o aumento  em 10% da fabricação e comercialização dos produtos gerados pelas MPE. “O momento que o Brasil vive é de muitas oportunidades, mas elas não acontecerão de forma espontânea. O plano de trabalho converge para metas extremamente ambiciosas. Deverão ser gerados 100 milhões de negócios até 2014, envolvendo mais de 1.200 empresas”, afirmou o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos.

O projeto +B Identidade Brasil tem como fonte de inspiração, segundo o representante da Abest, Maurício Medeiros, o país e suas riquezas iconográficas e etnográficas. “Vamos levar o olhar do design de moda para pequenas empresas e comunidades de todo o país”, disse. A iniciativa prevê ações específicas com comunidades criativas e Arranjos Produtivos Locais (APL) da moda, a realização da Conferência +B de Conteúdo Criativo e o lançamento do catálogo +B Inspiração Brasil. Está prevista ainda a participação de empresas atendidas pelo convênio em cinco edições do Salão Brasileiro de Negócios de Moda. A primeira edição está marcada para o período de 29 a 31 de maio.

Ao todo, serão beneficiadas 15 comunidades criativas, que envolvem associações, sindicatos, cooperativas e grupos de artesãos. As três primeiras comunidades escolhidas para receber o projeto são: Produção de Capim Dourado, no Jalapão (TO); Pedras de Opalas e Retalhos de Tecidos, em Pedro II (PI) e Reciclagem de Tecidos Descartados pelos Correios (malotes e uniformes), em Dourados (MS).

Além disso, o projeto envolverá também 144 empresas que participam de 36 arranjos produtivos dos setores de têxtil e confecção, couro e calçados e gemas e joias. “Hoje, o Sebrae já trabalha com muitos APL de moda e, no varejo, basicamente são as pequenas empresas que fornecem material aos estilistas edesigners de moda. Queremos que essas MPE incorporem o design e a criatividade para ter mais sustentabilidade em seus negócios”, enfatizou Barretto.

Conferência

Está prevista ainda a Conferência + B de Conteúdo Criativo, destinada à capacitação das pequenas empresas da moda e que deve englobar mais de 1,2 mil micro e pequenos negócios. Já a publicação do Caderno + B Inspira Brasil, da Abest, trará tendências de moda tendo como referência o repertório artístico, cultural, iconográfico e popular do país. Haverá cinco publicações do catálogo, que terá como público-alvo cerca de três mil pessoas, entre designers, estilistas, equipes de criação, estudantes de moda, membros de comunidades criativas e empresas de APL atendidas pelo convênio.

O presidente da Abest, Valdemar Iódice, chamou a atenção para a importância da gestão nas empresas que trabalham com moda. “Há muita criatividade no setor, mas poucas empresas conseguem ter uma boa gestão. Há estilistas talentosos no mercado que acabam não indo para frente por falta de gestão. Além disso, precisamos exportar design e não commodities de moda”, finalizou.

Serviço:
Atendimento à imprensa: 3177- 4904 / 4831 / 4905
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800

http://www.sebraesp.com.br

fonte: Sebrae

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Por que Estar na Internet?

| Blog do Guia, Dicas & Notícias | junho 30, 2012

Por que Estar na Internet?
Autor: A Internet como Ferramenta de Negócios

Internet revoluciona a maneira como as empresas fazem negócios

Na Internet, informações promocionais,como anúncios de novos produtos, serviços, catálogos de produtos, seminários e depoimento de clientes fiéis podem ser colocados à disposição de novos clientes. Assim, clientes interessados em produtos e pessoas que estejambuscando informações específicas dos produtos podem clicar no nome da sua empresa e rapidamente ver o que ela tem a oferecer; e até mesmo responder interativamente.Para pensar na aplicação da Internet como ferramenta estratégica empresarial, se deve descobrir antes como a rede pode reduzir os custos operacionais da empresa. Só depois, é que se deve pensar em como fazer dinheiro com ela. Pode-se afirmar categoricamente que os efeitos da Internet são inúmeros e inevitáveis, entre eles podemos citar, por exemplo:redução das despesas; aumento de receita; agilidade nas negociações com fornecedores e parceiros comerciais.Além disso, deve-se utilizar a Internet para criar uma relação mais próxima com o cliente, permitindo a ele opinar sobre a qualidade do produto e serviço ofertados. Desta forma, o cliente passa a ser um vendedor virtual da empresa.
Algumas maneiras de usar a Internet para alavancar negócios:
a) disponibilizar informações sobre a empresa;b) fazer um pequeno anúncio, como numa revista ou jornal;c) automaticamente, distribuirdados, palestras, discursos, cartas da empresa e muito mais, via e-mail;d) promover produtos e serviços para o mundo;e) mostrar novidades elançamentos;f) atrair novos clientes;g) prover comunicação comprováveis e já existentes clientes, via e-mail,formulário eletrônico, blogs e redes de relacionamento;h) responder às perguntas mais frequentes;

i) permitir que aos clientes preencher os formulários eletrônicos contendo ordens de compras dos produtos;

j) receber relatórios contendo informações e estatísticas sobre a origem das visitas e sobre em quê os visitantes estão mais interessados;

k) abrir novos mercados, impossíveis de serem atingidos sem grandes despesas com propaganda.

fonte: Sebrae

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Empresários devem conhecer seus clientes.

| Blog do Guia, Dicas & Notícias | junho 30, 2012

Empresários devem conhecer seus clientes
Autor: Sebrae Nacional

Um cadastro completo e atualizado dos clientes auxilia no planejamento das ações que podem gerar resultados

Para que as vendas satisfaçam à expectativa de qualquer empreendimento, o primeiro passo do empresário deve ser a organização de um cadastro que lhe possibilite conhecer todos os seus clientes. Ele também deve ter condições de identificar as diferentes categorias de clientes e o respectivo tratamento que cada uma delas deve receber, conforme seu perfil e suas necessidades.Esses objetivos poderão ser cumpridos se o cadastro de clientes for completo e de fácil utilização, contendo informações como:- Número total de clientes;
- Razão social ou nome de cada um;
- Onde estão localizados (rua, número, bairro, cidade, estado);
- Telefones, fax, e-mail, endereço da página na Internet (se houver);
- Histórico do volume de compras por mês e ano;
- Hábitos de compra (quais os produtos de sua preferência e se gosta de retirar o produto da loja ou da entrega em domicilio);
- Relação de concorrentes que também fornecem para o cliente.O acesso ao cadastro deve ser facilitado para que todos os funcionários da empresa que necessitam saber detalhes sobre o cliente possam utilizá-lo com frequência. Também é importante lembrar que o cadastro deve sempre estar atualizado. Informações mais recentes sobre os clientes podem ser preenchidas por funcionários que mantêm alguma forma de contato com eles (vendedor, balconista, entregador, instalador, reparador).
Grupos de clientes
O mercado é composto, basicamente, por três grupos de clientes:
1. Clientes atuais
Devem ser agrupados em clientes que compram frequentemente e aqueles que compram com menor frequência.
2. Aqueles que já foram clientes, mas que não compram mais
Podem ter ido para a concorrência ou trocado seu produto por um substituto (por exemplo, substituiu metal por plástico resistente; em vez de refrigerante, está bebendo água ou chá), ou mudou-se para outra cidade ou estado e compra do fornecedor local.
3. Aqueles que nunca compraram
Podem estar comprando produto parecido com o seu de um concorrente ou simplesmente não consomem o produto por desconhecimento.Cada situação deve ser identificada, analisada e contemplada num plano de ação, que deve ser elaborado para definir quais providências o empresário deve tomar frente a cada circunstância.
fonte: Sebrae

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Identidade brasileira na moda

| Blog do Guia | junho 20, 2012

Identidade brasileira na moda
Fonte: ESPM

Estudo do estilo brasileiro

Entre os conceitos de moda, está o costume ou estilo, em geral efêmero, aceito e imitado por um grupo ou meio social em certa época ou lugar. Esse costume ou estilo refere-se, à forma de vestir e está em constante mutação. O estilo é a maneira particular de se expressar uma arte, uma identidade, uma moda.A moda brasileira costuma ser considerada uma cópia das coleções do grande eixo fashion - Paris, Milão, Londres, Nova Iorque, Tóquio – sendo constantemente desvalorizada em detrimento desse eixo, como se o brasileiro não tivesse uma identidade própria ou cultura de valor.

Análise formal da roupa

Esta é uma análise simplificada dos principais componentes do vestuário brasileiro, publicada no site Fashion Bubbles, visando identificar elementos de adequação e indícios estilísticos brasileiros.

A modelagem é fundamental na estrutura da roupa e o bom caimento da peça no corpo depende de uma adequada tabela de medidas. O molde constitui-se numa peça de papel, cartão, etc., pela qual se corta o tecido e reproduz uma roupa.

Dentre as características brasileiras desenvolvidas na moda, esta é a mais marcante e perceptível. Também a mais adequada para a nossa realidade, pois, valoriza o corpo e dá ênfase à sensualidade, características marcantes na moda brasileira. É bem adequado ao clima, pois tem formas muito “leves”.

Isto é bem demonstrado na moda praia e nos jeans, segmentos nos quais o Brasil já desenvolveu um estilo próprio, ligado ao tropicalismo e à sensualidade.

Tecidos

A adequação dos tecidos à realidade brasileira ainda tem um campo vasto a explorar, pois o fator econômico limita a adaptação das matérias-primas ao clima brasileiro.

As fibras naturais, que são as mais adequadas ao clima, possuem um alto custo, devido à complexidade de sua cadeia produtiva. Em vista disso, as fibras sintéticas, que são mais baratas, acabam sendo mais consumidas, apesar de não possuírem características ideais para as condições brasileiras.

No Brasil, a indústria têxtil do algodão se destaca, onde são desenvolvidos tecidos de qualidade, que são exportados em grande volume.

Outra característica interessante com relação aos tecidos é a evolução do jeans brasileiro, onde houve a diminuição do peso do tecido, gerando um jeans mais leve e, portanto, mais confortável para o clima tropical.

O uso da Lycra (fio de elastano) na composição de diferentes tecidos é muito comum e também já se tornou um diferencial da moda nacional.

Outro fator marcante é a grande possibilidade de desenvolvimento de matéria-prima a partir de material brasileiro, o que pode vir a ser um grande potencial do país, por causa das riquezas naturais (fauna e flora) e culturais (artesanato, por exemplo) praticamente inexploradas.

Cores

A cartela de cor também poderia estar está entre os maiores potenciais do país, devido à luz e ao clima brasileiro. Mas é limitada pela questão financeira e também na forma de organização da indústria brasileira, onde as empresas a buscam as mesmas referências de cores estrangeiras. Apesar de haver adaptações dessas cores às diferentes regiões do país, estão sempre calcadas nas tendências internacionais.

Neste aspecto o Brasil só se desenvolveu na moda praia, onde possui cartela de cores e estampas desenvolvidas no próprio país, geralmente inspiradas em temas nacionais. A cartela de cor brasileira é mais colorida e exuberante, começando a assumir timidamente uma postura tropical.

O Brasil é um país de natureza bonita, rica e exuberante. A história brasileira é marcada por contradições em todos os níveis de sua formação. A maior parte da população brasileira vive em estado de pobreza.

Estes paradoxos refletem-se, principalmente, no gosto por ornamentos expressado pela mulher brasileira, que muitas vezes é classificada de “barroca”, estilo que traz no seu conceito a marca das contradições.

A riqueza de detalhes, aviamentos, recortes, acessórios está entre as características da moda brasileira. O que não apenas reflete a exuberância natural do país, mas também suas contradições e reafirmações.

fonte: Sebrae

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CONVERSE LANÇA APLICATIVO HANDS ON PARA CUSTOMIZAÇÃO VIRTUAL DE TÊNIS

| Blog do Guia, Moda Shoes | junho 15, 2012

Ferramenta permite não apenas desenhar um Chuck Taylor único, como compartilhar o resultado com amigos do Facebook 

Quem nunca pensou em ter seu CONVERSE All Star exclusivo? A febre da customização atinge até mesmo gente influente. O pessoal do site Tauntr.com, por exemplo, estampou na lona do tênis seus seriados preferidos: The Walking Dead, Breaking Bad e Dexter. E você, o que faria diante de uma lona branquinha esperando por suas ideias? Para descobrir, a CONVERSE criou um aplicativo para Facebook que permite aos usuários deixarem suas marcas sobre o mais tradicional modelo da marca. E melhor. Depois de pintar e bordar, você ainda pode compartilhar a imagem entre seus amigos.
O aplicativo, que conta com a possibilidade de importar imagens de um arquivo, como fotos, por exemplo, já está disponível na página da CONVERSE da rede social.

Guia Comercial do Brás

Gostou? Entre, então, na página da Converse Brasil no Facebook (www.facebook.com/conversebrasil), fique fã e mãos à obra.

PROMOÇÃO
Para o pessoal da região de Recife, a notícia é ainda mais inspiradora. Os criadores dos 10 modelos mais bacanas compartilhados através do aplicativo HANDS ON e selecionados pela curadoria CONVERSE/Abril Pro Rock terão a oportunidade de irem ao ateliê da ação, lá no Abril Pro Rock, e de fato pintar a lona do tênis que será confeccionado e entregue a ele como presente.
Mas para participar é preciso correr, pois a promoção vai até 19/04.

HANDS ON – O EVENTO
O aplicativo de customização virtual da CONVERSE foi inspirado na ação HANDS ON, promovida pela CONVERSE no País desde 2010 e que já marcou presença no Goiânia Noise, em Goiás, e no Meca Festival, no Rio Grande do Sul.
Através do evento, a marca incentiva a criatividade e o direito à criação de uma identidade única, inclusive na hora de se vestir.
Neste ano, a terceira edição do ateliê, será realizada durante o Abril Pro Rock, maior festival de rock n’roll de Recife. Os shows acontecem de 20 a 22 de abril e devem reunir milhares de pessoas. Por lá, 60 convidados e ganhadores da promoção CONVERSE HANDS ON no Facebook poderão customizar um Chuck Taylor All Star pra chamar de seu.
Entre os convidados, estarão personalidades do rico cenário cultural da cidade, entre músicos, artistas plásticos, jornalistas e estilistas, além de outros talentos. Fred Zeroquatro, do Mundo Livre SA, banda que tem esse festival como parte de sua história e que vai se apresentar no último dia do evento, já confirmou presença. Fernando Lima, publicitário, Bárbara Cunha, figurinista, e os artistas plásticos, Heitor Pontes e Manoel dos Santos, entre outros talentos, também devem passar pelo espaço CONVERSE HANDS ON.
Além da customização dos tênis, as pessoas que passam pelo espaço HANDS ON  ainda podem criar outros acessórios, como chaveiros, cintos, bandanas, cordões para cabelo, tudo feito com materiais geralmente usados na confecção dos calçados.
Na edição pernambucana, a design Maria Ribeiro, famosa por transformar linha, arame, latão e tantos outros materiais sustentáveis em acessórios cheios de estilo e personalidade, dará as dicas a quem quiser colocar a mão na massa.
Para os fãs e colecionadores de acessórios, o espaço também oferece material para a criação e confecção de bottons. Vale conferir.

Serviço:
APR20 – Abril Pro Rock 2012
Dias 20, 21 e 22 de abril
Chevrolet Hall – Av. Agamenon Magalhães, s/n, Complexo de Salgadinho. Olinda – PE

CONVERSE
Fundada em 1908, a CONVERSE construiu a reputação de a “Companhia de Esportes Original da América” e está ligada a uma rica herança de calçados legendários, tais como o Chuck Taylor All Star e o Jack Purcell.
Mais do que provocar através do impacto visual, a CONVERSE, que sempre promoveu o rock, o pop, o inusitado, a curiosidade e a independência, conectando e aproximando pessoas de diferentes vertentes culturais, através dos seus quatro pilares: música, arte, moda e skate, busca inspirar e propor novos olhares. E por tudo isso é reconhecida como uma marca visionária.

Fonte: Moda Shoes Brasil

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Pesquisa do Google mostra o que muda no comportamento do consumidor para o Dia dos Pais

| Blog do Guia | julho 17, 2017

 

O brasileiro pode até ser conhecido por deixar as compras para última hora, mas uma característica reveladora é que o consumidor está aprendendo a pesquisar produtos e comparar preços, com muito mais antecedência do que prevê o mercado. Razão para que os empreendedores se preparem o quanto antes para datas importantes como o Dia dos Pais, disponibilizando informações estratégicas na internet com mais antecedência.

Segundo pesquisa inédita do Google, a busca por presentes, com ticket médio mais alto, para o Dia dos Pais já começa a esquentar na segunda semana de julho. Do dia 8 ao 18, o interesse acelera mais de 3% em comparação com a semana anterior sobretudo nas categorias eletro, móveis e smartphones.

Na semana de 23 a 28 de julho, aumenta a busca nas categorias de uso pessoal, com menor valor, como calçados esportivos, bolsas, relógios. Já no início de agosto, aumentam as buscas nas categorias do varejo e os smartphones entram no pico de interesse. Na semana de reta final, 8 a 13 de agosto, os calçados esportivos tomam a frente nas pesquisas do consumidor.

“Nesse período os termos mais procurados pelo consumidor na busca são endereço, telefone, condição de entrega, sapatênis, camisas polos, perfume e produtos de beleza, por isso o ideal é que o empreendedor mantenha dados e números de estoque atualizados”, diz Fernanda Doria, gerente de vendas do Google no Brasil.

Além disso, para alavancar as vendas no período, recomenda-se usar estratégias para captar um volume significativo de novos consumidores interessados na marca e nos seus produtos antes da grande sazonalidade da data. Essa lista pode ser gerada a partir das pessoas que visitaram o site, listas de e-mail marketing e downloads do seu aplicativo. Com base nisso, o foco da comunicação será principalmente nesses consumidores. Dessa maneira, pequenos e médios evitam a disputa com grandes marcas.

Dados de mercado

Dia dos pais ganha relevância dentro do e-commerce

  • Crescimento do faturamento para a data – 2016 12% versus 4% em 2015
  • Representatividade do Dia dos Pais no faturamento anual do e-commerce 12% versus 11% em 2015
  • Principal data do terceiro trimestre, dia dos pais, vem ganhando relevância em comparação com outras datas sazonais. Estima-se que em 2017 o faturamento deve chegar na casa dos R$2bi.

Fonte: Ebit -http://www.profissionaldeecommerce.com.br/dia-dos-pais-2016/

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Profissionais de marketing e comunicação dizem conhecer ferramentas de marketing digital, mas pesquisa revela pouca aderência

| Blog do Guia | julho 17, 2017

 

Profissionais de marketing de todo o Brasil participaram de uma pesquisa sobre as Estratégias de Marketing Digital mais utilizadas pelo mercado. O estudo inédito foi realizado pelo Digitalks, em parceria com o Opinion Box, e apresentado durante o Fórum de Marketing Digital, no Rio de Janeiro, no dia 6 de julho.

Foram entrevistados 399 profissionais da área, entre os dias 28 de março e 11 de abril. A margem de erro da pesquisa é de 4,9 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.

A pesquisa procurou entender como os profissionais de marketing estão adotando diferentes estratégias de marketing digital no seu trabalho. Foi apurado que os profissionais conhecem importantes ferramentas de marketing, como blog (100% do público), e-mail marketing (100%), vídeos online (99%), e-books (98%), social media ads (95%), SEO (94%), webinar (93%), funil de vendas (89%), automação de marketing (88%), mídia programática (86%), real time marketing/lives (82%) e growth hacking (58%). Porém, os números são menos expressivos se relacionados a quem já utilizou ou as utiliza atualmente. 90% adota e-mail marketing para suas campanhas, 87% os blogs, 84% os vídeos online, 77% social media ads, 71% para SEO, 70% e-books e 65% o funil de vendas.

“Dois pontos chamam a atenção nesses números. O primeiro é que, apesar do alto grau de conhecimento das ferramentas/estratégias, a experiência com as mesmas é bem abaixo em vários dos itens. O segundo se trata do maior desconhecimento, comparativamente, da estratégia de growth hacking, termo que tem estado frequentemente na pauta de diversos conteúdos online e nos principais eventos do país nos últimos anos”, esclarece Felipe Schepers, COO do Opinion Box.

A pesquisa também apurou que outras ferramentas também são utilizadas, mas com baixa experiência, como webinar (55%), mídia programática (55%), automação de marketing (53%), real time marketing (43%) e growth hacking (24%).

O estudo também estruturou um ranking considerando quais estratégias e ferramentas os profissionais acreditam que tem maior efetividade hoje. Esta ranking traz social media ads em primeiro lugar, com 22%, seguido do e-mail marketing, com 15%, e SEO com 13%, sendo que a efetividade está relacionada a uma série de fatores, como retorno, resultados, leads, público, etc.

Com relação às tendências para 2018, os vídeos online aparecem em 1º lugar no ranking, sendo que atualmente figuram em 4º. Real time marketing, que hoje está em 11º lugar, pulou para a 2º posição, seguida pela mídia programática, que está em 6º no momento.

“É curioso perceber que o vídeo vem sendo colocado como principal tendência em planejamentos de marketing e comunicação já faz alguns anos, mas que ele tem sido menos usado do que se pensava. 2016 foi considerado o ano dos vídeos e 2017, das LIVEs. Só que, na prática, percebemos que a utilização dos mesmos pelos profissionais brasileiros não tem sido tão intensa  assim nas estratégias quanto imaginávamos, apesar de estar ganhando mais espaço. E apenas com os dados percebemos isso”, comenta Gabriela Manzini, Head de Conteúdo do Digitalks.

Vale reforçar que a pesquisa é nacional, bem como a amostra para sua realização. Portanto, em termos de Brasil, vídeos e live content continuam sendo tendências em comunicação e marketing para 2018, destaca Gabriela.

Flavio Horta, CEO do Digitalks, afirma que as informações são fundamentais para as agências conhecerem e adotarem estratégias diferenciadas, de acordo com o perfil do cliente e suas necessidades. “Conhecer as tendências do mercado é fundamental para o planejamento e a escolha da melhor ferramenta a ser utilizada para trazer mais e melhores resultados”, esclarece.

 

Fonte:  Ecommercenews

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Como a Realidade Virtual vai revolucionar a maneira de comprar online

| Blog do Guia | julho 17, 2017

 

Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Inteligência Artificial… Esses termos têm sido muito utilizados recentemente – e não sem razão. Grande parte do futuro que projetamos está sendo moldado por essas tecnologias e o comércio eletrônico não fica de fora.

2016 talvez tenha sido o ano em que a Realidade Virtual e a Realidade Aumentada ganharam peso no mundo comercial. Indo além do que já havia se pensado sobre a VR e a RA, antes mais voltada aos campos educacionais por exemplo, o Facebook e outras redes sociais começaram a investir forte nessas tecnologias para oferecer em seus canais – e não se engane, eles serão monetizados (o melhor exemplo são os Geofilters do Snapchat).

Porém, indo além do mero entretenimento, essas tecnologias podem dar uma nova cara à maneira como compramos pela internet. A grande mudança está, é claro, na experiência do usuário. Se, até agora, a grande desvantagem dos e-commerces tradicionais era a impossibilidade de ver o produto de perto, conhecer suas reais dimensões, etc., isso pode mudar completamente com a VR e a RA – assim como acontecia com o mercado imobiliário.

Imagine comprar no seu e-commerce favorito, já com as grandes vantagens de preço que o segmento apresenta, com a comodidade de receber em casa e ainda assim conseguir ter um contato mais pessoal com o produto que comprou? Com essas tecnologias, a fusão das vantagens do offline com o online estará completa e quem ganha não é apenas o consumidor, mas também o empreendedor, que passará a dominar uma fatia muito maior do mercado.

Tudo isso será ótimo para o e-commerce, mas já não se trata de sair na frente: o potencial dessas tecnologias não passou despercebido e o investimento nelas disparou no último ano, chegando a US$1.7 bilhão – e o dinheiro veio dos mais diversos segmentos.

 

A Realidade Virtual no e-commerce é o presente!

Dizer que apostar na Realidade Virtual e Aumentada para o e-commerce é o futuro do comércio eletrônico, além do soar blasé, também nem faz mais sentido quando empresas como IKEA, Lego e Converse já utilizam essa tecnologia para vender produtos. A IKEA tem feito isso desde 2014!

Utilizar essas tecnologias aproxima muito mais o cliente daquilo que procura e o coloca ainda mais em contato com a marca. Afinal, quem souber explorar melhor essas tecnologias para mostrar e vender seus produtos aumentará não apenas as vendas, mas a taxa de retenção de clientes.

Não há mais tempo para pensar nessas tecnologias para o futuro: é preciso começar agora e, quando essa tendência amadurecer, colher resultados ainda mais sólidos.

 

Fonte:   Ecommercenews

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Desmistificando a ‘Nova’ Regra do Banco Central para Marketplaces

| Blog do Guia | junho 18, 2017

 

Mantenham a calma… vou esclarecer o quanto esta mudança vai impactar em sua operação de marketplace. E como se adaptar a essas mudanças.

Quais foram as mudanças?

Em uma visão periférica, de acordo com a nova regulamentação do Banco Central (BACEN), à circular 3.682 de 2013 afirma que só podem continuar como arranjos fechados as operações que movimentarem de fato, menos que R$20bi / ano. As demais operações serão consideradas abertas e tem que estar dentro das regras que garantam uma ampla captura do meio de pagamento envolvido no arranjo, portanto, sua captura não pode ficar restrita a uma só credenciadora.

Atualmente, o Comércio físico ou online, que deseja receber pagamentos por meio de cartões pode contratar um adquirente, um subadquirente ou intermediador de pagamentos – sem a necessidade de formalizar uma relação diretamente com as bandeiras de cartão. Isso pode mudar para alguns Marketplaces (sim, somente alguns!) que devem ter que formalizar a participação no arranjo e estar integrados à CIP Associação Civil sem Fins lucrativos.

Explicando mais (e na realidade do Marketplace): As transações realizadas por meio de cartões somente, são possíveis porque existem instituições emissoras do cartão (bancos) que disponibilizam este cartão para um usuário final (cliente), cujo é utilizado para efetuar os pagamentos em um Checkout online do Marketplace. Okay?

…Okay! Para que este pagamento (transação) seja processado, é necessário que alguém faça toda a verificação da transação – este papel é feito pela adquirente (Rede, Cielo, entre outras), que faz o contato direto com as bandeiras e bancos (Visa, Mastercard, Itaú, Citibank…) pegam todas as informações da compra efetuada pelo cliente, juntamente com os dados do cartão e repassa as partes envolvidas no processo: bandeira e banco que, por sua vez, aprovam ou não o pagamento daquela compra para que seja possível processar a liquidação financeira das transações.

O Subadquirente também pode entrar neste fluxo como intermediador dos pagamentos, estando entre o adquirente, o cliente e o marketplace.

Ao receber os dados da informação de compra do adquirente, o banco emissor do cartão faz a autorização, captura a transação, faz a cobrança e por fim, liquida a operação no marketplace.

Essa recente interpretação do Banco Central é de que os marketplaces devem aderir à liquidação centralizada por meio de uma centralizadora de compensação e liquidação de pagamentos, sob a alegação de que essas plataformas são em essência subcredenciadores.

A regra na prática:

Se aplica a essa regra, o Marketplace que recebe o valor da compra, retém suas taxas e comissões e repassa a parte do lojista. Porque neste caso, o marketplace passou a ser interpretado pelo BC como facilitador de pagamento, e terá por obrigação de integrar com a CIP. Dessa maneira, a CIP centralizará as transações que antes eram realizadas pelos marketplaces diretamente.

Já no caso do Checkout quando o pagamento é separado no ato da compra e tanto o lojista, quanto o Marketplace recebem suas partes isoladamente, neste caso o fluxo permanece como estava antes da regra. As exceções estarão nos marketplaces que possuem a funcionalidade de split oferecida pela adquirente ou gateway de pagamento.

A nova regularização deve ser feito por meio da CIP a partir de 4 de setembro, data de limite imposta pelo Banco Central.

 

Fonte: https://ecommercenews.com.br/

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Sete produtos (ótimos) de se vender no e-commerce

| Blog do Guia | junho 18, 2017

 

Nicho. Há muito se fala essa palavra e seu poder no comércio eletrônico. De acordo com a Wikipedia, nicho é descrito como “segmentos ou públicos cujas necessidades particulares são pouco exploradas ou inexistentes. A estratégia de aproveitamento de nichos está justamente na identificação das bases de segmentação que, quando explorados, representam o diferencial ou vantagem competitiva à empresa (ou pessoa)”. Diz tudo.

Enquanto grandes grupos pressionam as margens dos fornecedores para reduzir preços, numa luta ferrenha – e perigosa – para conquistar compradores de produtos best sellers, de outro lado, micro e pequenos empreendedores conseguem tirar seu sustento explorando nichos.

Não basta ser uma loja virtual de nicho, é preciso que os produtos tenham algumas características que tragam mais vantagens em vende-los à distância, veja abaixo algumas delas:

Baixo volume cúbico: quanto menor for o produto, menos espaço de armazenagem será necessário. Isso já é uma vantagem, pois os preços de aluguel e manutenção diminuem significativamente. Atenção. Ao contrário do que pode parecer, produtos com pouca cubagem chamam mais atenção de ladrões, pois podem ser facilmente escondidos em bolsos, sacolas, etc, Por isso tem maiores índices de perda por furto. Procure utilizar embalagens de postagem de tamanhos que ao mesmo tempo dificultem o furto e não encareçam a logística. Produtos pequenos também facilitam o manuseio.

Baixo peso: quanto mais leve for o produto, menor será o custo com frete. Considere que os custos médios com frete numa loja virtual de micro a pequeno porte, varia entre 3 e 7%. Mais do que isso. Produtos leves também facilitam o manuseio.

Alto valor agregado: quanto mais valor agregado tiver o produto, maior será o tíquete médio da loja virtual e, consequentemente, as margens serão menos corroídas pelos custos operacionais do e-commerce.

Competividade: produtos chamados de “commodities” tem maior concorrência, pois podem ser encontrados em diferentes lojas e com preços variados – um prato cheio para os comparadores de preços. Quanto mais “exclusivo” for o produto, menores as chances de seu produto cair em um comparador de preços e um cliente deixar de compra-lo em sua loja por que viu um com o preço mais barato em uma loja concorrente.

Concorrência: ainda que o produto não seja commodity, devemos observar o número de lojas virtuais que oferecem produtos similares. Uma busca no Google e nos comparadores de preços, ajudará a responder essa pergunta.

Frequência de compra: produtos que as pessoas compram com frequência, são ótimos para o e-commerce. Principalmente se você conseguir identificar os padrões de compra e as frequências, de forma que possa antecipar a demanda, negociar melhor com fornecedores e aumentar receitas recorrentes.

Veja abaixo alguns produtos que tem alto potencial de resultado em função de suas características:

 

Medicamentos – Vantagens: baixo peso e cubagem. Alto valor agregado. Alta frequência de compra. Desvantagem: são commodities. Média concorrência

Biquínis e Lingerie – Vantagens: baixo peso e cubagem. Alto valor agregado. Média frequência de compra. Não são commodities. Desvantagem: alto investimento em marca. Perdas com trocas. Média concorrência

Bijuterias – Vantagens: baixo peso e cubagem. Médio valor agregado. Média frequência de compra. Desvantagem: perdas com trocas. Baixa concorrência

Conteúdos digitais – Vantagens: peso e cubagem inexistentes. Alta frequência de compra. Facilidade de distribuição. Desvantagem: baixo valor agregado. Pirataria. Alta concorrência

Artesanatos e objetos de decoração – Vantagens: médio peso e cubagem. Médio valor agregado. Baixa competitividade (produtos exclusivos). Desvantagem: baixa frequência de compra. Baixa concorrência

Perfumes – Vantagens: baixo peso e cubagem. Alto valor agregado. Média frequência de compra. Desvantagem: São commodities. Alta concorrência.

Alimentos diferenciados (gourmet, dietas especiais) – Vantagens: médio peso e cubagem. Médio valor agregado. Baixa competitividade (produtos exclusivos). Alta frequência de compra. Desvantagem: particularidades de armazenagem, manuseio e perecíveis. Baixa concorrência

O fato de vender um desses produtos pela internet por si, não é garantia de sucesso. Não quer dizer também, que os outros produtos estejam fadados ao fracasso. Saiba que o sucesso ou o fracasso de um negócio depende muito mais de quem está por trás do que do negócio em si.

O quanto de energia você vai dispender pra coisa dar certo? O quão detalhado e bem feito será o planejamento. Enfim, já dizia o velho ditado, o “sucesso” só vem antes do “trabalho”, no dicionário!

 

Fonte: https://ecommercenews.com.br/

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Recomendações para o bom uso do e-mail marketing

| Blog do Guia | junho 18, 2017

 

Os desafios para entregar um email na caixa de entrada são muitos, mas grande parte está nas mãos do remetente, ou seja, a empresa responsável pelas campanhas, e não da ferramenta de disparo de email.

Neste artigo, listei os principais pontos que precisam ser tratados com atenção para que você obtenha sucesso nas suas campanhas de email marketing. Veja:

Adicione ao DNS as regras de SPF, DKIM e CNAME
Usar esses protocolos de autenticação é uma dos processos para seus emails chegarem na caixa de entrada dos usuários. Se você não usar esses protocolos, estará prejudicando sua reputação perante os provedores de email, além disso, há um grande risco de suas mensagens caírem na caixa de SPAM dos destinatários.

Utilize o mesmo domínio, tanto para hospedagem das imagens, quanto para a contabilização de cliques
O Gmail está aplicando um novo filtro anti-phishing. Este filtro pontua as mensagens em HTML, nas quais o domínio da URL de contabilização for diferente da URL de hospedagem das imagens e do domínio do remetente.
Isso significa que se você usar uma URL pra contabilizar os cliques em sua peça de email marketing e essa for diferente da URL das imagens e do email de remetente, isso vai contabilizar de forma negativa. Por isso, para que o Gmail contabilize positivamente, o ideal é que todas as URL’s utilizadas sejam iguais.

Tenha a certeza  de que os emails utilizados nos campos de “remetente” e “responder para” são válidos e que recebem email 100% do tempo e que não tenham respostas automáticas configuradas
Email Marketing é relacionamento e como tal ele irá analisar se você está entregando conteúdo relevante aos destinatários.  Caso o engajamento esteja baixo, ele irá lhe penalizar com a redução da reputação. Lembre-se: Taxa de rejeição tem impacto maior que taxa de ReportSPAM.

Os servidores de DNS que hospedam o domínio não podem estar em blacklists
Ter seu domínio listado em blacklist influencia diretamente na entrega dos seus emails, e, muitas vezes, prejudica sua entrega, fazendo suas mensagens chegarem na caixa de SPAM dos usuários.

Tome cuidado ao enviar email marketing por parceiros
Ao compartilhar seu HTML com parceiros, para que eles façam disparos, você precisa garantir que não há nenhuma referência ao seu domínio e de preferência que ele utilize uma hospedagem de imagens própria. Isso porque o endereço do domínio e caminho das imagens no HTML deve ser o mesmo.

Zere a pontuação do Teste AntiSpam. Principalmente as regras que falam de equilíbrio de HTML
É importante que seu email marketing tenha equilíbrio entre o HTML e as imagens. Se, por exemplo, sua mensagem possuir muitas imagens e poucos códigos de HTML, o teste AntiSpam pontuará seu email de forma negativa.

Evite utilizar o mesmo domínio do email marketing nos emails corporativos
A contaminação de uma maquina com vírus e trojans que enviam mensagens para listas de contatos, pode arruinar a reputação do domínio utilizado para email marketing.

Analise com cuidado as taxas de reclamação de SPAM
As taxas de Spam irão impactar diretamente na reputação dos seus Ips, domínios e URLs utilizados no corpo do email. Quanto maior o número das denúncias, mais seus domínios e IPs serão prejudicados. Essas taxas de reclamações não podem ultrapassar 0,04%.

Não utilize base de terceiros
Usar base de terceiros e/ou comprar listas é um dos maiores erros de quem deseja iniciar o trabalho com email marketing.

O email marketing está em constante transformação! Por isso fique sempre atento aos relatórios das suas campanhas, ao engajamento de seus clientes com sua marca e, sempre tenha uma estratégia para se aproximar dos novos cadastrados. Lembre-se: O bom relacionamento com sua base de emails garante a boa reputação de seus domínios.

Remova da base os emails que não abrem suas mensagens a mais de 120 dias
Os emails que não interagem com sua campanha podem ser spamtrap, ou seja, email armadilha. Além disso, um email que não abre suas campanhas pode inclusive ser um email inválido. O ideal é que os emails inválidos sejam removidos da sua base de contatos o mais rápido possível. Caso isso não seja feito, o envio de mensagens para usuários inexistentes vai prejudicar sua reputação com os provedores de email.

Se inscreva em programas de whitelists e procure certificar seus envios
As Whitelists são  listas de emails, domínios ou endereços IP, previamente aprovados e que, normalmente, não são submetidos aos filtros anti-spam configurados. Para conseguir ter seu domínio ou Ip inserido nestas listas, você deve estar dentro de todas as normas regulamentadoras e seguir as boas práticas.

Return Path faz o email funcionar melhor ao classificar e certificar remetentes de email do mundo todo. A empresa ajuda remetentes de grandes volumes de email a ampliar suas taxas de resposta ao oferecer a solução de entrega. Auxilia fornecedores e administradores de email a bloquear emails indesejados e maliciosos ao fornecer rankings de reputação de IP e outras ferramentas. Em resumo, essas ferramentas e serviços melhoram a experiência do usuário de email ao protegê-lo de spam, phishing e outros abusos.

 

Fonte: https://ecommercenews.com.br/

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Dicas para manter suas contas seguras na web

| Blog do Guia | junho 18, 2017

 

Cada vez mais inseridas no universo tecnológico, pessoas e empresas buscam incessantemente novas ferramentas digitais para facilitar o dia a dia, a produtividade e o fluxo interno no ambiente de trabalho. Sendo assim, quando bem escolhidas, elas podem ajudar a diminuir a frustração daqueles que lidam diariamente com uma determinada atividade, como, por exemplo, aplicativos para planejar e otimizar o tempo dos colaboradores dentro da empresa.

No entanto, com tantos usuários e a diversidade de ferramentas, certos cuidados são indispensáveis para garantir a segurança das informações pessoais de cada um que trafega pelas redes dos aplicativos. Portanto, antes de armazenar todos os seus dados, certifique-se de como aquele serviço ou aplicativo lida com a privacidade e segurança.

O Snapchat, o iCloud e o Dropbox são exemplos de aplicativos que recentemente apresentaram falha na segurança e tiveram informações e imagens dos seus usuários expostas de forma indevida. O primeiro, o snapsaved, foi hackeado e deixou vazar 13Gb de arquivos de usuários. O segundo, devido a uma combinação de senhas fracas e um bug que deixa senhas serem testadas sem restringir a quantidade de tentativas, sofreu ação de hackers e quase 200 fotos de várias celebridades foram expostas. O Dropbox, por sua vez, teve um documento com 400 usernames e senhas publicado na internet. Neste caso, a pessoa que postou pediu doações de bitcoins (moedas virtuais) para liberar mais, mas, segundo a empresa, eles não foram hackeados, as informações foram roubadas de outros serviços e usadas no Dropbox.

Para evitar que os seus dados sejam expostos desta forma, separei algumas dicas de segurança de como manter a sua privacidade e segurança na internet. Confira:

  1. Atenção ao phishing: Sempre verifique se o site onde você está fazendo o login é realmente o que você quer e não uma imitação fiel.
  2. Sempre utilize uma conexão segura: Confirme sempre se o seu browser está mostrando o cadeado e o “https” no começo da URL. Se a conexão não for encriptada, alguém na mesma rede pode “escutar” a requisição e pegar as suas credenciais. Nunca pule um aviso de certificado inválido, pode ser alguém se passando pelo site que você quer acessar, um ataque facilmente executado num Wi-Fi público.
  3. Não coloque o seu login em outro site: Não preencha o seu login do Facebook, por exemplo, em outro site ou ferramenta que não sejam aprovados pela empresa. Grande parte das plataformas e ferramentas fornece outras formas de autenticação que são mais seguras, como o oAuth, e não tem a necessidade que você forneça seus dados em qualquer outro lugar.
  4. Quando gerenciar páginas no Facebook: Tome cuidado extra com o perfil administrador que cuida de páginas de marcas. Não dê às pessoas permissões elevadas quando elas não precisam, deixe sempre no nível mais baixo possível. Procure usar alguma ferramenta para gerenciamento, assim você correrá menos riscos.
  5. Permissões entre aplicativos: Desconfie se um aplicativo de Facebook pedir mais permissões do que precisa para fazer a “tarefa” para a qual ele foi instalado.
  6. Verifique se a empresa que tem a plataforma parece confiável: Saber se a empresa realmente existe, entrar em contato com ela e usar conexão segura (https) são bons sinais.
  7. Não repita senhas e não utilize senhas fracas: O serviço que você usa pode ser atacado e o banco de dados de e-mails e senhas vazarão. Se você utilizar a mesma senha em todos os lugares, o invasor pode testar as suas credenciais em todos os serviços como Facebook e e-mail. Já uma senha curta, pode ser descoberta facilmente por um programa de “brute-force”. Para se proteger contra esse tipo de ataque, uma senha forte composta por 4 ou 5 palavras serve bem. Se a tecnologia permitir, utilize pontuação, espaços e números.
  8. Use um gerenciador de senhas: Os produtos da Apple possibilitam lembrar senhas e compartilhá-las entre todos os seus devices. Existem também outras opções como o 1password e LastPass que, além de gerar senhas fortes e randômicas, podem armazená-las de forma segura. Você só precisa lembrar da sua credencial principal para poder ter opções diferentes em todos os perfis. Faça senhas fortes e as troque periodicamente.

Atentando-se a esses cuidados, você corre um risco muito menor de ser hackeado e perder o controle das suas contas e seus dados. Boa navegação!

 

Fonte: https://ecommercenews.com.br/

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O impacto econômico das Mídias Sociais: como aproveitar para o seu negócio?

| Blog do Guia | junho 18, 2017

 

Como era seu relacionamento com as pessoas na era pré-internet? Você ligava para elas, mandava cartas ou ia ao seu encontro, certo? Hoje, as Mídias Sociais mudaram isso de maneira brutal, o que afeta diretamente a maneira como as pessoas e as marcas estão se relacionando. Porém, o impacto econômico que as Mídias Sociais vêm gerando ainda não pode ser mensurado por completo.

Empresas que eram responsáveis pela comunicação entre pessoas, por exemplo, mudaram completamente sua maneira de fazer negócios ou faliram. Além disso, as marcas e as grandes empresas direcionaram grande parte de seus investimentos em marketing e comunicação para as Mídias Sociais.

Para entendermos de maneira correta esse panorama, temos que entender as mudanças que as redes trouxeram para nossa vida. Acompanhe nosso post e fique por dentro!

Como as Mídias Sociais mudaram o consumo?

Antes da era da internet, as marcas de maior visibilidade eram as que detinham poder econômico para estarem presentes nos grandes veículos de comunicação. Dessa forma, o apelo às marcas era muito grande, e as maiores é que detinham grande parte do público.

Com o advento das Mídias Sociais, foi possível que marcas menores, porém mais segmentadas em determinados públicos, pudessem ter um alcance muito mais elevado e, com isso, chegar a novos níveis.

As empresas que conseguiram alcançar o público-alvo de maneira inteligente fizeram com que as pessoas atribuíssem um valor muito mais elevado a seus produtos, o que atinge diretamente no conceito de marca. Se antes toda informação e propaganda estavam inseridas nos grandes veículos de comunicação, hoje as Mídias Sociais possibilitaram uma segmentação muito maior, o que favoreceu o aparecimento e o fortalecimento de uma série de marcas e empresas menores.

Como as Mídias Sociais mudaram o relacionamento com as marcas?

Houve um tempo em que a única maneira de você se relacionar com uma marca era ligando ou enviando uma carta. Hoje, grande parte das Mídias Sociais nos permite comentários e mensagens diretas, algo que influencia diretamente na maneira como nos relacionamos.

Comentários e mensagens acabaram se tornando uma maneira de medir o impacto que as marcas estão tendo com o público. Além disso, de acordo com uma série de métricas que as Mídias Sociais nos fornecem, temos como saber alguns comportamentos que antes passavam despercebidos, como horas do dia de maior acesso e tipo de conteúdo que mais gera engajamento.

Isso afetou diretamente a maneira como as marcas usam as Mídias Sociais, pois temos muito mais possibilidades de engajamento e de interação, um fator fundamental na decisão de compra.

Como sua empresa pode usar as Mídias Sociais de maneira correta?

O impacto na economia global dessas Mídias Sociais é imenso, e sua empresa precisa usar isso de maneira inteligente e favorável. O primeiro passo é a construção de um relacionamento, com conteúdo relevante e interação com os usuários. Depois disso, é muito interessante usar a estratégia do funil de vendas, diretamente nas Mídias Sociais em questão ou em outra plataforma. Isso irá não apenas fortalecer sua marca como facilitar o processo de aquisição e gerenciamento de novos clientes.

O que fica claro é que o impacto econômico das Mídias Sociais é gigantesco e tende a ser cada vez maior. Quem não usar isso a favor de sua marca perderá muito dinheiro, ou pior, perderá visibilidade e fixação de sua marca!

Se você tiver alguma dúvida, deixe um comentário! Compartilhe aqui suas experiências com as Mídias Sociais.

 

Fonte: https://ecommercenews.com.br/

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O profissional do futuro

| Blog do Guia | junho 17, 2017

 

 

 

Encontramo-nos na segunda metade da segunda década do segundo milênio na história registrada. Isso equivale a uma enorme quantidade de segundos. E como o tempo voa. Mas também estamos experimentando muitas novidades. A revolução digital mudou tudo. Como vivemos, nos comunicamos e interagimos com os nossos arredores e uns com os outros. Como nos divertimos, como pensamos, como aprendemos e, acima de tudo, como trabalhamos. Mudanças radicais, cujo tamanho e impacto provavelmente não foram testemunhados desde a Revolução Industrial.

Para as empresas e organizações de todos os setores, este é um momento de oportunidades sem precedentes, e como sabemos, quando experimentamos a mudança, há uma necessidade explícita de novas aprendizagens. Para este fim, os fornecedores de Aprendizagem e Desenvolvimento fornecem tal aprendizado da melhor maneira possível – abraçando o poder e o valor da tecnologia. Além disso, esses fornecedores sabem muito bem que a tecnologia traz mais do que apenas soluções e respostas a perguntas que as empresas já têm, mas também a problemas ainda não previstos. Tecnologia, claramente, é a resposta.

Mas quais questões estamos abordando? O que mudou? Bem, a fim de compreender plenamente o poder da tecnologia na aprendizagem, precisamos estar conscientes de como funcionam os nossos processos cognitivos. Também devemos avaliar as diferenças que experimentamos durante esta revolução que pode nos ajudar a aprender e nos desenvolver.

Então, o que mudou na forma como trabalhamos?

Uma pesquisa recente realizada por uma gigante de hardware, a Dell, revela que o local de trabalho em si está sendo redefinido. À medida que dependemos cada vez mais de novas tecnologias, tornamo-nos mais transitórios e fluidos em nossa abordagem de como trabalhamos e, principalmente, para onde trabalhamos. O modo tradicional de trabalho baseado em mesa ainda existe, com 43% das pessoas gastando mais da metade do seu tempo de trabalho em sua mesa. O tamanho deste grupo, sem dúvidas, diminuirá nos próximos anos. Atualmente, pouco mais de metade desses funcionários baseados em desktops usam um PC de mesa e smartphone para seu trabalho.

O local de trabalho ocupa agora menos espaço físico do que uma década atrás, como resultado da nossa crescente dependência da tecnologia e da remodelação da nossa vida profissional. 19% dos trabalhadores gastam mais da metade do seu tempo de trabalho longe de uma mesa, viajando para reuniões e estão confortáveis com o trabalho ‘on-the-go’ por meio de tablets, smartphones, laptops, dispositivos vestíveis (wearables) e dispositivos de realidade aumentada ou virtual. Isso mostra que o local de trabalho não é mais uma entidade estática, mas se tornou uma estrutura móvel, transitória e global que precisa reagir às mudanças que experimenta.

Praticamente, 1 em cada 5 profissionais já trabalha fora do escritório por mais de metade do seu tempo de trabalho, viajando e participando de reuniões. Este grupo é cada vez mais dependente de dispositivos móveis e gadgets para trabalhar. Com grande parte do seu trabalho a ser realizado remotamente, a necessidade de que a tecnologia seja rápida, responsiva e tenha melhor conectividade é evidente. Acesso é tudo para este grupo de profissionais. Um grupo que inevitavelmente será muito maior no futuro.

Trabalhadores remotos que trabalham 30h ou mais por semana fora dos edifícios da empresa ou do campus, são inteiramente dependentes de laptops / notebooks e outros dispositivos para realizar o seu trabalho. Muitas pessoas acreditam que trabalhar remotamente aumenta sua produtividade. Eles são capazes de gerir melhor o seu tempo sem distração e conseguem ajustar o seu trabalho em torno de outras demandas. Gerentes sênior são capazes de administrar e avaliar esta produtividade e comunicar quaisquer ideias ou desenvolvimentos, isso ajuda o trabalhador remoto a desenvolver suas habilidades.

Então, sabemos que o mundo do trabalho está mudando, e todos nós devemos nos preparar para essas mudanças e mergulhar plenamente nos desenvolvimentos. Mas como isso afeta o treinamento? Como manter os funcionários totalmente a bordo e atualizados com novas ideias e estruturas dentro da empresa ou organização? Como incentivamos o envolvimento e a motivação se os funcionários não estiverem todos em um só lugar central?

Plataformas de aprendizagem digital, tais como as que utilizam smartphones, oferecem respostas para todas essas perguntas e muito mais. Ao confiar em uma combinação de cinco fatores importantes, 1 – funcionar na sua plenitude em um dispositivo móvel, 2 – a metodologia de Espaço e Repetição, 3 – o Microlearning, 4 – a Gamificação e, 5 – os Relatórios Personalizados, o mobile learning se torna uma ferramenta poderosa e bem afinada para Aprendizagem e Desenvolvimento. Com isso, o m-learning gera maior desempenho, melhor aproveitamento do tempo, economia nos custos e aumento da produtividade dos trabalhadores do futuro, estejam eles trabalhando em casa, na rua, em viagem ou até mesmo no escritório.

O melhor amigo para o desenvolvimento profissional do trabalhador do futuro já é, no presente, o seu smartphone. E será cada vez mais. E se sua empresa ainda não acordou para isso, é melhor se apressar.

 

Fonte: https://ecommercenews.com.br/

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Fornecedor de pagamento: Qual a melhor opção para meu negócio?

| Blog do Guia | junho 17, 2017

 

 

O processo de pagamento é o principal momento da transação em uma loja virtual; é o momento do faturamento, da efetivação e nada pode sair errado. Caso contrário, o consumidor poderá se sentir inseguro e desistir da compra. Então, todo o esforço de levar o cliente à loja, terá sido em vão. Dessa forma, todo este processo deve ser pensado estrategicamente, conforme a realidade do seu e-commerce e as características do consumidor.

Há diversas opções de fornecedores de pagamento no mercado. Essa parceria é de fundamental importância para garantir que as negociações sejam seguras, simples de serem feitas, e que não barrem consumidores legítimos. Dessa forma, falaremos hoje sobre algumas características principais de fornecedores de pagamento no mercado virtual:

Empresas adquirentes. As empresas adquirentes são aquelas responsáveis pela ligação com as bandeiras e os bancos emissores, ou seja, nenhum outro emissor consegue trabalhar sem passar por um deles. Em contrapartida, não é possível trabalhar apenas fazendo uso de adquirentes, pois eles não fornecem os demais serviços necessários, como conciliação, relatórios, antifraude e proteção a risco. Normalmente, os adquirentes cobram valores fixos por todas as transações que processam, sejam elas aprovadas ou não.

Gateways de pagamento. Os gateways são as empresas responsáveis por fazer a comunicação entre a loja virtual, os adquirentes, os sistemas antifraude e ERP. Eles normalmente possuem as integrações necessárias para ajudar o e-commerce a organizar suas operações. Porém, ao contratar um gateway de pagamento é necessário ter um contato com uma empresa adquirente e um antifraude. Gateways, também, costumam cobrar valores fixos por transações, independente do resultado da venda.

Facilitadores de pagamento. Como o próprio nome sugere, os facilitadores de pagamento possuem o objetivo de facilitar o processo de pagamento para o mercado de e-commerce, fornecendo em uma só contratação, todos os serviços necessários para processar seus pagamentos. Dessa forma, ao contratar um facilitador, já se obtêm os contratos com adquirentes (normalmente, mais de que um adquirente para oferecer o serviço de retentativa), o gateway e o antifraude; contando também com serviços adicionais como conciliação, proteção ao comprador e proteção contra chargeback. Normalmente, os facilitadores cobram um percentual por transação; apenas por vendas concretizadas.

Antes de contratar um fornecedor de pagamento, vale avaliar todos os detalhes da contratação e colocar na ponta do lápis todos os custos com cada modelo de negócio. Leve, também, em consideração a qualidade do serviço que será prestado ao seu e-commerce e ao consumidor final, a conveniência no momento da contratação e qual o nível de atendimento que sua loja terá por parte do fornecedor no dia a dia da parceria. Evite surpresas, faça parcerias inteligentes. Sucesso!

 

Fonte: https://ecommercenews.com.br

 

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6 Dicas operacionais para faturar em datas sazonais

| Blog do Guia | junho 17, 2017

 

Conceituando o período sazonal, podemos descrevê-lo como um momento propício para negociações com base em uma data de comemoração comum, onde parte do público consumidor, senão a maioria, possui interesse no comércio de produtos e serviços. São exemplos de datas sazonais famosas em nosso país: Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, Black Friday, Natal, e outras.

Por que vender em datas sazonais?

Vender em datas sazonais é uma ótima opção porque os consumidores já estão preparados e intencionados a comprar, pois faz parte da nossa cultura presentar pessoas no Natal, no Dia das Mães e em outras ocasiões. Por isso, valer-se desses momentos para divulgar sua marca, produtos e serviços é uma atitude inteligente, e que pode render ótimos resultados para seu e-commerce.

Como lucrar em datas sazonais?

Como a grande maioria dos empreendimentos estão usando essas datas para conquistarem mais vendas e clientes, é preciso destacar-se no mercado para garantir que os investimentos sejam satisfatórios. Dessa forma, separamos 6 dicas operacionais para que seu e-commerce esteja estruturado e venda mais em períodos sazonais:

  1. Separe as mercadorias por operador logístico. Se seu e-commerce possui mais de uma empresa especializada em logística, é interessante separar as mercadorias previamente por operador logístico; dessa forma, ganha-se tempo no momento de despachar o pedido, reduzindo o período de espera do consumidor.
  2. Agilize o processo de separação, usando a modalidade em ondas. Esse método de separação sugere que as mercadorias a serem enviadas sejam separadas conforme rota, centro de trabalho e áreas de pedidos em comum, por exemplo. Dessa forma, com as ordens agrupadas, as movimentações reduzem o tempo de entrega e os valores pagos pelo e-commerce também podem ser diminuídos.
  3. Tenha estoque endereçado. Endereçar o estoque é uma ação estratégica, pois garante que os responsáveis por manipular os produtos saibam exatamente a posição de cada item para que, no momento da separação, o processo seja rápido, facilitando, inclusive, o processo de entrega e um pós-venda satisfatório.
  4. Use seu SAC para pré e pós-venda. O contato com o consumidor durante a negociação é fundamental para garantir que nenhuma dúvida atrapalhe a conclusão da venda. Dessa forma, faça do seu serviço de atendimento ao cliente uma verdadeira central de auxílio ao consumidor, antes, durante e após a negociação.
  5. Tenha uma ferramenta de logística reversa automatizada. Ninguém gosta do processo de devolução e reenvio de mercadoria. Embora seja fundamental ter uma política de logística reversa, ninguém deseja utilizá-la. No entanto, para evitar dores de cabeça, tenha uma logística reversa automatizada, ou seja, ao invés de apresentar um e-mail ou telefone para solucionar a questão, ofereça ao consumidor um sistema online, simples e eficiente onde é possível escolher o produto que será trocado/devolvido, e a forma de reembolso rapidamente, sem burocracia.
  6. Tenha integração de rastreamento com a transportadora. Para o consumidor, receber o produto é o momento mais importante da negociação, independente do segmento, e especialmente em datas comemorativas. Portanto, junto à sua transportadora, ofereça o código de rastreamento para o monitoramento da mercadoria e, também, para garantia de que o produto foi entregue.

 

 

Fonte: https://ecommercenews.com.br

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5 dicas para aumentar a satisfação do cliente

| Blog do Guia | junho 17, 2017

 

 

 Se você já conhece o termo e porque esse indicador é tão importante para sua operação (e, atualmente, para qualquer tipo de negócio), então, esse artigo vai te ajudar em termos práticos a aumentar a satisfação do cliente, à partir do atendimento.

Nós consideramos que o atendimento é o ponto crucial para fidelizar seu cliente, e é aqui que você pode ter os elementos definitivos para maximizar seus índices.

Vamos cobrir 5 técnicas que você deve utilizar em sua operação para aumentar a satisfação do cliente de forma rápida, e que você pode começar a aplicar hoje mesmo.

Nós gostamos de chamar estas técnicas de hacks. Hacks são atalhos poderosos que podem cortar um longo caminho de descobertas e erros para ir direto ao que vai dar certo – e nós garantimos, eles funcionam.

Abaixo você confere um vídeo com uma pequena introdução do nosso CEO sobre aumentar a satisfação dos seus clientes. Depois, as 5 dicas.

1 – Amplie sua atuação em canais de autoatendimento

Você sabia que, no Brasil, segundo a pesquisa realizada pela Microsoft, 98% dos consumidores já esperam ser atendidos por canais automáticos, sem intervenção humana?

Essa já é uma realidade e um dos principais impulsionadores da redução de volumes de atendimento. Os chats robô (chat bots) e FAQs podem reter, em média, 70% das demandas relacionadas a dúvidas simples. Entre os clientes da Neo, já tivemos casos de 95% de redução em toda a base de atendimento.

Se você ainda não teve a oportunidade de ver um funcionando, é muito simples: o consumidor busca por sua dúvida ou faz sua solicitação por meio de um sistema inteligente. Apoiado por uma base de conhecimento, o sistema decodifica a solicitação do usuário e lhe traz a resposta mais pertinente.

Ao ampliar o alcance que o próprio consumidor tem ao se atender, os índices de satisfação já vão começar a ter uma melhora significativa. Afinal, quem quer esperar para ter a resposta de algo simples que pode ser obtida com o mínimo de esforço?

Não vamos aprofundar sobre a parte técnica de um sistema de autoatendimento neste guia, mas, por ser um dos principais recursos para reduzir custos em uma central de relacionamento, você pode encontrar mais informações detalhadas em um guia especial que fizemos para isso, neste link.

2 – Entenda os indicadores-chave para aumentar a satisfação do cliente

O que deixa um cliente satisfeito com o atendimento que recebe?

Para cada negócio, existe uma maneira ideal para se medir a satisfação e sua missão é descobrir esses fatores.

No entanto, como padrão, você pode usar alguns indicadores-chave que nós já sabemos que impactam diretamente no índice de satisfação do cliente – vamos falar de um jeito de calcular esse número com mais precisão.

Estes indicadores não vão te levar a um cálculo exato, mas vão te dar uma boa ideia do que pode ser melhorado e feito para aumentar a satisfação do cliente.

Esforço do Consumidor

Reduza o esforço do consumidor em suas demandas. O SAC é visto como um mar de problemas e, quanto menos ele se esforçar para resolver estes problemas, mais vai se sentir satisfeito.

Diminua o tempo de espera

Esperar para ter uma resposta ou a resolução de um problema é, de fato, um grande esforço. O consumidor já não gostaria de estar entrando em contato com uma central de relacionamento. Imagina ficar esperando?

Quanto menos tempo esperando, menos esforço e um ligeiro incremento nos índices de satisfação.

Resolução no primeiro contato (First-call-resolution)

Este é um indicador fundamental para o cálculo da satisfação do cliente. Busque resolver as solicitações no primeiro contato, sejam elas quais forem.

Considerando que esforço é uma grande barreira para o novo consumidor, resolver suas solicitações no primeiro contato é de grande ajuda para reduzir o esforço, aumentando, consequentemente, a satisfação.

3 – Aplique pesquisas de satisfação

Como expliquei anteriormente, o NPS é uma das melhores ferramentas para medir a satisfação de seus clientes. No entanto, se sua empresa ainda não quer avançar para essa metodologia, é imprescindível convencê-los de que algo deve ser utilizado para medir constantemente esse índice.

Ferramentas como a da NeoAssist automatizam esse processo e enviam as pesquisas de satisfação logo ao final dos atendimentos. Além de agilizar o processo, capturam as informações e incluem no conjunto de dados sobre cada consumidor.

4 – Empodere os seus agentes para tomarem decisões

Empoderar agentes de atendimento vai muito além de lhes dar conhecimento e capacitação para atender dentro do que a empresa espera. É preciso empoderá-los do ponto de vista do cliente.

Quanto mais poder para resolver os problemas comuns, mais os operadores vão conseguir solucionar a questão no primeiro contato, aumentando a satisfação de seus clientes.

Isso inclui orçamento para descontos e promoções, liberação para tomada de decisões baseadas em emoção (empatia), conhecimento profundo do propósito, missão, visão e valores da empresa, entre outras que couberem em sua operação.

É claro que você não vai poder empoderar ao máximo e algumas decisões vão precisar passar pelo aparato burocrático. No entanto, quanto menos seus operadores estiverem sujeitos a isso, mais fácil vai ser resolver os problemas dos consumidores – impactando diretamente à satisfação.

5 – Utilize o feedback dos consumidores para fazer melhorias

Já imaginou quantas melhoras você poderia ter feito em sua central de relacionamento se soubesse do que seus consumidores reclamam?

Mesmo as centrais que já conseguem extrair dados e métricas sobre o tipo de solicitação que recebem constantemente, pouco utilizam o poder do feedback para aplicar melhorias.

E isto é um erro.

É como se você tivesse uma consultoria gratuita e não estivesse aproveitando seu potencial.

A consultoria que seu cliente provê é de graça e, mais importante, a mais sincera o possível.

Ouvir os consumidores precisa deixar de ser somente um jargão para ser aplicado na prática. Ouça-os, melhore seus processos e aumente a satisfação de seus clientes. A fórmula é simples.

GUIA – O passo-a-passo para aumentar a satisfação do cliente

Sendo a satisfação do cliente a principal métrica de sucesso de qualquer negócio, hoje, como fazer isso acontecer? Como melhorar os índices de satisfação do cliente, em qualquer etapa da jornada de compra?

 

Fonte: https://ecommercenews.com.br

 

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Até que ponto os marketplaces são rentáveis para o lojista?

| Blog do Guia | junho 17, 2017

Até que ponto os marketplaces são rentáveis para o lojista?

 

 

Os marketplaces têm se destacado no mercado por oferecer produtos de diversos fornecedores e marcas, aos moldes de um shopping virtual. É uma modalidade de negócios lucrativa para o pequeno lojista e atrativa para o consumidor.

Em um ambiente one-stop-shop, o cliente compara preços e efetua o pagamento em uma única transação, gerando comodidade e rapidez. Mas fica a pergunta: para quem expõe os produtos nesses espaços, quais são as vantagens? Como fazer para aumentar a eficiência do canal online? Comissionar o marketplace entre 15% a 20% é rentável para o lojista?

Para o engenheiro da computação, João Calice, o modelo em questão pode prover diversos serviços ao lojista contratante, sendo o mais comumente adotado no Brasil aquele que engloba uma maior gama de serviços como geração de tráfego (mídia), exposição dos produtos, billing (cobrança no cartão de crédito) e gestão da fraude. Esses são os modelos de negócios que Walmart, Extra.com e Submarino, por exemplo, utilizam.

Para o lojista, assinala Calice, o grande benefício é a alocação mais eficiente desses recursos que são melhores distribuídos nos marketplaces, de forma que o negócio se torne mais rentável. “Por exemplo, ao comprar um produto no Walmart, o mesmo se responsabiliza pela transação do consumidor junto à bandeira, independente de quem e de qual for o produto comercializado. Mas como o volume de transações no Walmart é muito alto, o custo do mesmo com a adquirente é menor”, explica.

Calice ressalta que com menor investimento, é possível o lojista expor os produtos em sites reconhecidos no mercado e se aproveitar do tráfego, mídia, visitas e relevância em SEO para incrementar as vendas e diminuir os custos operacionais.

Para ilustrar melhor as vantagens para a exposição de produtos no marketplace, Calice cita o exemplo de duas empresas de pequeno porte, faturando R$ 100 mil por mês: a empresa “A”, que vende apenas pela loja online, e a empresa “M”, que comercializa apenas através do marketplace. “Na tabela a seguir, vemos que a empresa “A” tem custos com marketing, adquirente e gateway, antifraude e a própria fraude apurada que totalizam 17,5% dos custos efetivos, enquanto esses custos para a empresa “M” são de responsabilidade do marketplace”.

A conclusão que Calice chega é a de que como o marketplace é realizado por grandes empresas, os custos que o mesmo tem para atrair clientes e realizar a sua operação com os aspectos de marketing, adquirente e gateway, antifraude é diluído, e, portanto, menor. “Por exemplo, o custo do adquirente (bandeira de cartão de crédito) para a empresa de pequeno porte pode chegar a 5%, enquanto que, para a de grande porte, é de menos de 2%”, destaca. Dessa maneira, afirma Calice, enquanto no marketplace é, supostamente, gasto entre 8% por esses serviços, a empresa “A” gasta 17,5%. “Qualquer valor acordado de comissionamento abaixo de 17,5% gerará aumento na margem de contribuição da empresa ‘M’”, completa.

“Como exemplo, vamos citar um varejista que paga 15% de comissionamento ao marketplace por esses serviços “prestados”. Com isso, observamos um aumento de 45% na margem de contribuição final da empresa ‘M’ se comparada à empresa ‘A’, conclui.

Conforme Calice, para que um lojista participe de um marketplace, é importante que ele avalie primeiramente o posicionamento que o próprio ambiente possui. “A escolha do marketplace coerente com o posicionamento do produto está diretamente relacionado ao volume de transações que será gerado. Além disso, deve-se realizar as contas na ponta do lápis para ver se o negócio é, de fato, rentável”, recomenda Calice.

 

Fonte: https://ecommercenews.com.br/

 

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